A TMA Brasil (Turnaround Management Association do Brasil) promoverá, entre os dias 29 e 30 de novembro de 2010, o II Congresso TMA de Reestruturação e Recuperação de Empresas. O evento será realizado no Amcham Business Center, na cidade de São Paulo, e reunirá dentre os participantes: administradores, gestores, investidores, financiadores, advogados, consultores, contabilistas, assessores, magistrados, administradores judiciais, professores e profissionais engajados na geração de valor nos processos de reestruturação, recuperação ou liquidação de empresas.
O Congresso pretende sensibilizar a sociedade sobre os desafios e oportunidades relacionados ao turnaround management. Para isso, serão abordados temas que giram em torno das melhores práticas de reestruturação e recuperação de empresas, como a preparação de executivos para gerir a recuperação de empresas, a percepção dos riscos em ciclos de crescimento, o trabalho do administrador judicial, a posição e estratégia dos credores no processo de recuperação e, ainda, apresentará a fusão e aquisição como solução e causa de recuperação, além de casos exemplares de gestão da reestruturação de empresas no Brasil.
Durante o Congresso será entregue o Prêmio TMA-PwC de Recuperação de Empresas, que desmistifica o processo e reconhece o esforço de empresas que se recuperaram. O Prêmio objetiva estimular a troca de experiências, apresentação e reconhecimento dos melhores casos e melhores práticas para resgatar empresas que precisam recuperar performance.
As inscrições no II Congresso TMA de Reestruturação e Recuperação de Empresas já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 29 de novembro de 2010. Até 14 de novembro, taxa de inscrição com 20% de desconto. Taxa promocional também para grupos. Inscrições e mais informações no site http://www.tmabrasil.org ou pelo telefone (11) 3107-3101 (Sarita).
Sobre TMA:
A TMA Brasil é representante brasileira da Turnaround Management Association, uma associação presente em 20 países e que reúne profissionais envolvidos com recuperação da performance e do valor em empresas e organizações em geral. Por sua utilidade social, a TMA Brasil obteve a qualificação de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) em maio de 2010.
Os profissionais envolvidos trabalham sob o Código de Ética da TMA e dedicam parte de seu tempo para ajudar a desenvolver o tema da gestão da reestruturação e recuperação de empresas, passando por momentos de desafio operacional ou em crise financeira, promovendo as melhores práticas por meio de seminários e publicações, capacitando profissionais envolvidos com o turnaround management e contribuindo para a evolução do tema nos seus aspectos de gestão, financeiros e legislativos.
SERVIÇO:
II Congresso TMA de Reestruturação de Empresas – O papel da Recuperação de Empresas no Crescimento Econômico.
Data: 29 e 30 de novembro de 2010
Local: Amcham Business Center
Rua da Paz, 1.431 - Chácara Santo Antônio – São Paulo - SP.
Informações pelo telefone: (11) 3171-3101
Palestrantes confirmados: Eduardo Lemos (Sócio da Perform Management & Consulting), Lisa Poulin (Presidente Executiva da TMA EUA), Thomas Felsberg (Sócio do Felsberg, Pedretti, Mannrich e Aidar - Advogados e Consultores Legais), Marcia Yagui (Senior Manager, PwC), Maurizio Mauro (Presidente do Visiting Committee INSPER), Antonio Dal Fabbro (Coordenador do Programa de Educação Continuada da FGV-Fundação Getúlio Vargas), Mario Marrey (Sócio da Marcondes), Marcelo Lacerda (Presidente da Lanxess), Roberto Rodrigues (Empresário, ex-Ministro da Agricultura), Paulo Evangelista (Psicólogo, Mestre em Filosofia, Professor UNIP e PUC), Domingos Refinetti (sócio Machado Meyer Sendacz e Opice Advogados), Luis Vasco (sócio da Deloitte), Caio Marcelo Mendes de Oliveira (Juiz da 2ª Vara de Falências e Recuperação São Paulo), Boris Kauffmann (Desembargador da Câmara Reservada à Falência e Recuperação TJSP), Alfredo Kugelmas (Administrador Judicial), Luis Fernando Paiva (sócio Pinheiro Neto Advogados), Luiz Augusto Winther Rebello (Administrador Judicial), Paulo Campos Salles de Toledo (Presidente do IBR - Instituto Brasileiro de Estudos de Recuperação de Empresas), Romeu Ricupero (Desembargador da Câmara Reservada à Falência e Recuperação do TJSP), Renato Mange (sócio Renato Mange Advogados Associados), Francisco Satiro (sócio da Satiro e Ruiz Advogados), Alberto Camiña (Promotor de Justiça), Renato Carvalho (sócio da Arion Capital), Fernando Shayer (Tarpon Investimentos), Luiz Antonio Rodriguez (Superintendente Recuperação de Empresas Santander), Edson Macedo (sócio Solfin), Luiz Carlos Casante (Presidente SINFAC-SP), Fabio Astrauskas (sócio da Siegen), Claudio Galeazzi (sócio da Galeazzi), Jean Pierre Zarouk (Managing Director, Signatura Lazard), Roberto Giannetti da Fonseca (Diretor FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Eduardo Munhoz (sócio Mattos Filho, Veiga filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados), Antônio Affonso Mac Dowell L. de Castro (sócio Mac Dowell Leite de Castro), Luis de Lucio (sócio Alvarez & Marsal), Jairo Saddi (sócio da Saddi Advogados Associados), Renata Maciel (Juíza da 1ª Vara de Falências e Recuperação SP).
Patrocínio Prêmio TMA: PwC; Ferro, Castro, Neves & Daltro Borges Advogados; Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados.
Patrocínio Institucional: Siegen
Apoio: Alvarez & Marsal; Intralinks; Brasil Econômico; Corporate Consulting; Felsberg, Pedretti, Mannrich e Aidar - Advogados e Consultores Legais; Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e Perform Management & Consulting.
Parceiros Institucionais: ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil); ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas); ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital); CESA (Centro de Estudos das Sociedades de Advogados); IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças); IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa); IBR (Instituto Brasileiro de Estudos de Recuperação de Empresas); IBRADEMP (Instituto Brasileiro de Direito Empresarial), INSOL International, ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), SINFAC-SP (Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring).
Assessoria de Comunicação do II Congresso TMA de Reestruturação e Recuperação de Empresas
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
http://www.digitalassessoria.com.br
Mais informações: digitalcomunicacao@gmail.com
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Instrução CVM 483/2010 e nova função da Apimec Nacional
A Apimec Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) realizou Coletiva de Imprensa no dia 30 de setembro de 2010 sobre a entrada em vigor da Instrução CVM 483 e esclarecimentos sobre a nova função da Apimec como credenciadora e supervisora dos analistas de valores mobiliários.
A Instrução CVM 483 entrou em vigor no dia 1 de outubro de 2010, dia seguinte à Coletiva de Imprensa e altera as regras para a atividade de analistas de valores mobiliários.
A explanação foi feita por Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional.
Leituras recomendadas:
Instrução CVM 483/10
Código de Conduta da Apimec
Código dos Processos da Apimec
Esclarecimentos de Dúvidas - CVM 483 - http://www.apimec.com.br/
Os analistas e profissionais de investimentos do mercado de capitais estiveram reunidos com a Apimec Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) no dia 30 de setembro de 2010 para sanar dúvidas sobre a Instrução CVM 483/10, que rege a profissão de analista de valores mobiliários e entra em vigor no dia 1º de outubro de 2010. A apresentação foi feita por Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional, Vinícius Corrêa e Sá, superintendente de supervisão do analista de valores mobiliários, Daniel Walter Maeda, Gerente de Registros e Autorizações da CVM e Alexandre Leite Moraes, analista de mercado de capitais da CVM.
Acompanhe o áudio do evento http://bit.ly/8YIeI5
Foto: Leila Anderson
Assessoria de Imprensa da Apimec Nacional
Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais
Digital Assessoria – Comunicação Integrada
Mais informações;
digitalcomunicacao@gmail.com
A Instrução CVM 483 entrou em vigor no dia 1 de outubro de 2010, dia seguinte à Coletiva de Imprensa e altera as regras para a atividade de analistas de valores mobiliários.
A explanação foi feita por Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional.
Leituras recomendadas:
Instrução CVM 483/10
Código de Conduta da Apimec
Código dos Processos da Apimec
Esclarecimentos de Dúvidas - CVM 483 - http://www.apimec.com.br/
Os analistas e profissionais de investimentos do mercado de capitais estiveram reunidos com a Apimec Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) no dia 30 de setembro de 2010 para sanar dúvidas sobre a Instrução CVM 483/10, que rege a profissão de analista de valores mobiliários e entra em vigor no dia 1º de outubro de 2010. A apresentação foi feita por Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional, Vinícius Corrêa e Sá, superintendente de supervisão do analista de valores mobiliários, Daniel Walter Maeda, Gerente de Registros e Autorizações da CVM e Alexandre Leite Moraes, analista de mercado de capitais da CVM.
Acompanhe o áudio do evento http://bit.ly/8YIeI5
Foto: Leila Anderson
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sábado, 25 de setembro de 2010
Celtins, Gerdau e Sabesp são destaques do ano na transparência das demonstrações financeiras
As empresas Celtins, Gerdau e Sabesp foram os destaques do ano na transparência das demonstrações financeiras. O anúncio ocorreu em solenidade do 14º Prêmio ANEFAC-FIPECAFI-Serasa Experian na noite do dia 23 de setembro de 2010, em São Paulo (SP). O evento do “Troféu Transparência” é uma realização da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e a SERASA Experian.
O Prof. Dr. Iran Siqueira Lima, presidente da FIPECAFI, afirmou em seu discurso que o Troféu Transparência, concebido pela ANEFAC-FIPECAFI-Serasa Experian, procura premiar as empresas com demonstrações financeiras que se destacam nos princípios de “clareza, qualidade e idoneidade”.
O Troféu Transparência criado em 1997 tem uma Comissão Julgadora que para a indicação das empresas premiadas leva em conta as práticas da transparência das informações contábeis, em especial no que diz respeito à qualidade do Relatório da Administração e consistência dos dados divulgados, dentre outros aspectos.
“A cada ano verificamos que a escolha dos finalistas fica mais difícil, pois os concorrentes não têm medido esforços para alcançar a premiação”, declara o presidente da FIPECAFI.
A lição passada pela crise financeira de 2008 -e parte de 2009- fez com que as empresas procurassem ampliar a divulgação de suas demonstrações financeiras, além de mais atenção com as áreas de auditoria interna e externa, de controles internos, de governança corporativa e, ainda, do aspecto da sustentabilidade.
Iran Siqueira Lima parabenizou os organizadores do Prêmio ANEFAC–FIPECAFI–Serasa Experian, que já é conhecido como o “Oscar da Contabilidade” e a equipe técnica da Fundação liderada pelo Prof. Dr. Ariovaldo dos Santos.
Andrew Frank Storfer, presidente da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), diz que o esforço para conscientizar empresários e organizações para a aplicação de critérios e conceitos mais transparentes em suas demonstrações tem valido a pena. Os investidores estrangeiros estão cada vez mais interessados pela economia brasileira ao mesmo tempo que “temos a melhoria da transparência nos demonstrativos de nossas empresas, fruto, entre outros, do desenvolvimento contínuo do mercado de capitais, da adoção de modernas práticas, das alterações legais, da convergência contábil internacional com o IFRS e da consciência e percepção dos executivos’, destacou o presidente da ANEFAC.
Storfer observou que “transparência no seu significado mais estrito, pode ser entendida como algo muito claro, sincero e de fácil compreensão. Quando colocamos seus antônimos como obscuro, falso e de difícil compreensão” o significado e importância da transparência fica bastante óbvio”. “Transparência é antônimo de risco. Transparência é sinônimo de menor custo de capital e acesso a maiores volumes de recursos”, declarou Andrew Frank Storfer, presidente da ANEFAC.
Para Laércio de Oliveira, presidente de Negócios e Serviços de Crédito da Serasa Experian, a premiação “completa uma longa jornada de contribuição ao país ao promover a prática da transparência contábil, tornando-se uma referência que ultrapassa fronteiras, para os investidores internacionais que buscam o porto seguro de nossa economia e de nossas empresas”, finalizou.
Empresas Ganhadoras - A Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins), o Grupo Gerdau e a Sabesp foram as empresas que mais se ressaltaram pela transparência das demonstrações financeiras em 2010. Elas receberam o troféu de destaque do 14º Prêmio ANEFAC-FIPECAFI-Serasa Experian. As corporações estavam entre as 20 contempladas pela premiação do Troféu Transparência e seus balanços contábeis receberam destaque especial em termos de clareza e qualidade das informações.
Ganhadora na categoria empresa de capital fechado, a Celtins ressaltou o momento de mudanças nas práticas contábeis com a adoção das normas internacionais IFRS (International Financial Reporting Standards). De acordo com o diretor de Contabilidade da Celtins, Atushi Nakatsu, as empresas estão passando por uma transformação muito grande nas práticas contábeis e “nossos profissionais estão acompanhando atentamente todas as mudanças”. O diretor da Celtins afirmou que o reconhecimento trazido pelo Troféu Transparência é uma referência para o mercado, para “nossos consumidores e acionistas”.
O Grupo Gerdau é contemplado pela premiação há 12 edições consecutivas e, neste ano, recebeu o prêmio de destaque na categoria de empresas com faturamento acima de R$ 8 bilhões. Segundo o Diretor Contábil do grupo Gerdau, Geraldo Toffanello, o prêmio é um desafio porque representa um esforço anual para que a empresa esteja entre as 20 mais transparentes do país. “Está na corrente sanguínea de toda a equipe participar do evento”, diz Toffanello. “A transparência contábil faz parte da Governança do Grupo Gerdau. Nós respiramos transparência. É norma da empresa disponibilizar cada vez mais informações de qualidade ao mercado de capitais e aos nossos acionistas”, declarou.
Vencedora na categoria empresa de capital aberto com faturamento até R$ 8 bilhões, a Sabesp ressaltou o envolvimento dos colaboradores para garantir a clareza dos balanços financeiros. Para Nara Maria Marcondes França, superintendente de Contabilidade da Sabesp, “receber o Troféu Transparência é uma emoção muito grande, uma felicidade e uma honra. É um reconhecimento por todo o esforço, dedicação e pelo envolvimento de todos no processo”. De acordo com Nara França, a qualidade dos balanços depende de “um trabalho que não envolve só a Contabilidade, mas toda a empresa, principalmente a área financeira. Receber o prêmio é uma valorização do profissional e um incentivo para todos”, destacou a representante da Sabesp.
Com um total de 20 companhias selecionadas, além dos destaques para Celtins, Grupo Gerdau e Sabesp, as seguintes empresas foram contempladas com o Prêmio ANEFAC-FIPECAFI-SERASA Experian.
Empresas de capital aberto com faturamento acima de R$ 8 bilhões:
AmBev – Companhia de Bebidas das Américas
Braskem S/A.
CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais
CSN – Companhia Siderúrgica Nacional
Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A.
Petrobras – Petróleo Brasileiro S/A.
Souza Cruz S/A.
Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A. – USIMINAS
Vale S/A.
Empresas de capital aberto com faturamento até R$ 8 bilhões:
BM&F Bovespa S/A.
Companhia de Saneamento de Minas Gerais - Copasa
Natura Cosméticos S/A.
Tractebel Energia S/A.
Empresas de capital fechado:
ALBRAS – Alumínio Brasileiro S/A.
Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A.
TBG – Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S/A.
TSN – Transmissora Sudeste - Nordeste S/A.
Mais informações: digitalcomunicacao@gmail.com
O Prof. Dr. Iran Siqueira Lima, presidente da FIPECAFI, afirmou em seu discurso que o Troféu Transparência, concebido pela ANEFAC-FIPECAFI-Serasa Experian, procura premiar as empresas com demonstrações financeiras que se destacam nos princípios de “clareza, qualidade e idoneidade”.
O Troféu Transparência criado em 1997 tem uma Comissão Julgadora que para a indicação das empresas premiadas leva em conta as práticas da transparência das informações contábeis, em especial no que diz respeito à qualidade do Relatório da Administração e consistência dos dados divulgados, dentre outros aspectos.
“A cada ano verificamos que a escolha dos finalistas fica mais difícil, pois os concorrentes não têm medido esforços para alcançar a premiação”, declara o presidente da FIPECAFI.
A lição passada pela crise financeira de 2008 -e parte de 2009- fez com que as empresas procurassem ampliar a divulgação de suas demonstrações financeiras, além de mais atenção com as áreas de auditoria interna e externa, de controles internos, de governança corporativa e, ainda, do aspecto da sustentabilidade.
Iran Siqueira Lima parabenizou os organizadores do Prêmio ANEFAC–FIPECAFI–Serasa Experian, que já é conhecido como o “Oscar da Contabilidade” e a equipe técnica da Fundação liderada pelo Prof. Dr. Ariovaldo dos Santos.
Andrew Frank Storfer, presidente da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), diz que o esforço para conscientizar empresários e organizações para a aplicação de critérios e conceitos mais transparentes em suas demonstrações tem valido a pena. Os investidores estrangeiros estão cada vez mais interessados pela economia brasileira ao mesmo tempo que “temos a melhoria da transparência nos demonstrativos de nossas empresas, fruto, entre outros, do desenvolvimento contínuo do mercado de capitais, da adoção de modernas práticas, das alterações legais, da convergência contábil internacional com o IFRS e da consciência e percepção dos executivos’, destacou o presidente da ANEFAC.
Storfer observou que “transparência no seu significado mais estrito, pode ser entendida como algo muito claro, sincero e de fácil compreensão. Quando colocamos seus antônimos como obscuro, falso e de difícil compreensão” o significado e importância da transparência fica bastante óbvio”. “Transparência é antônimo de risco. Transparência é sinônimo de menor custo de capital e acesso a maiores volumes de recursos”, declarou Andrew Frank Storfer, presidente da ANEFAC.
Para Laércio de Oliveira, presidente de Negócios e Serviços de Crédito da Serasa Experian, a premiação “completa uma longa jornada de contribuição ao país ao promover a prática da transparência contábil, tornando-se uma referência que ultrapassa fronteiras, para os investidores internacionais que buscam o porto seguro de nossa economia e de nossas empresas”, finalizou.
Empresas Ganhadoras - A Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins), o Grupo Gerdau e a Sabesp foram as empresas que mais se ressaltaram pela transparência das demonstrações financeiras em 2010. Elas receberam o troféu de destaque do 14º Prêmio ANEFAC-FIPECAFI-Serasa Experian. As corporações estavam entre as 20 contempladas pela premiação do Troféu Transparência e seus balanços contábeis receberam destaque especial em termos de clareza e qualidade das informações.
Ganhadora na categoria empresa de capital fechado, a Celtins ressaltou o momento de mudanças nas práticas contábeis com a adoção das normas internacionais IFRS (International Financial Reporting Standards). De acordo com o diretor de Contabilidade da Celtins, Atushi Nakatsu, as empresas estão passando por uma transformação muito grande nas práticas contábeis e “nossos profissionais estão acompanhando atentamente todas as mudanças”. O diretor da Celtins afirmou que o reconhecimento trazido pelo Troféu Transparência é uma referência para o mercado, para “nossos consumidores e acionistas”.
O Grupo Gerdau é contemplado pela premiação há 12 edições consecutivas e, neste ano, recebeu o prêmio de destaque na categoria de empresas com faturamento acima de R$ 8 bilhões. Segundo o Diretor Contábil do grupo Gerdau, Geraldo Toffanello, o prêmio é um desafio porque representa um esforço anual para que a empresa esteja entre as 20 mais transparentes do país. “Está na corrente sanguínea de toda a equipe participar do evento”, diz Toffanello. “A transparência contábil faz parte da Governança do Grupo Gerdau. Nós respiramos transparência. É norma da empresa disponibilizar cada vez mais informações de qualidade ao mercado de capitais e aos nossos acionistas”, declarou.
Vencedora na categoria empresa de capital aberto com faturamento até R$ 8 bilhões, a Sabesp ressaltou o envolvimento dos colaboradores para garantir a clareza dos balanços financeiros. Para Nara Maria Marcondes França, superintendente de Contabilidade da Sabesp, “receber o Troféu Transparência é uma emoção muito grande, uma felicidade e uma honra. É um reconhecimento por todo o esforço, dedicação e pelo envolvimento de todos no processo”. De acordo com Nara França, a qualidade dos balanços depende de “um trabalho que não envolve só a Contabilidade, mas toda a empresa, principalmente a área financeira. Receber o prêmio é uma valorização do profissional e um incentivo para todos”, destacou a representante da Sabesp.
Com um total de 20 companhias selecionadas, além dos destaques para Celtins, Grupo Gerdau e Sabesp, as seguintes empresas foram contempladas com o Prêmio ANEFAC-FIPECAFI-SERASA Experian.
Empresas de capital aberto com faturamento acima de R$ 8 bilhões:
AmBev – Companhia de Bebidas das Américas
Braskem S/A.
CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais
CSN – Companhia Siderúrgica Nacional
Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A.
Petrobras – Petróleo Brasileiro S/A.
Souza Cruz S/A.
Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A. – USIMINAS
Vale S/A.
Empresas de capital aberto com faturamento até R$ 8 bilhões:
BM&F Bovespa S/A.
Companhia de Saneamento de Minas Gerais - Copasa
Natura Cosméticos S/A.
Tractebel Energia S/A.
Empresas de capital fechado:
ALBRAS – Alumínio Brasileiro S/A.
Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A.
TBG – Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S/A.
TSN – Transmissora Sudeste - Nordeste S/A.
Mais informações: digitalcomunicacao@gmail.com
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
CODIM realiza seminário sobre as Melhores Práticas de Divulgação
O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) realizou, no dia 14 de setembro de 2010, o I Seminário CODIM - “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado”.
O evento foi aberto pelo presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto, que ressaltou a importância do CODIM para a melhoria da Comunicação no mercado de capitais brasileiro. Edemir Pinto representou na solenidade os presidentes das 10 entidades que compõem o CODIM.
Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e coordenador do CODIM pelo IBRI e Haroldo R. Levy Neto, coordenador da entidade pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), enfatizaram os esforços realizados pelo CODIM na busca das melhores práticas de divulgação do mercado de capitais comentando o que já foi feito nesses cinco anos de atividade e os objetivos deste primeiro evento.
O seminário contou com a participação de renomados profissionais do mercado para o debate de temas da atualidade como: “Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras"; “Guidance"; “Fato Relevante e Release"; “Teleconferências" e “Apresentações Restritas e Públicas Periódicas", além de palestra sobre “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado".
A primeira mesa redonda debateu o Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras e Guidance. O painel teve como moderadores: Marco Antonio Muzilli (IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil) e Geraldo Soares (IBRI) e debatedores: Nelson Niero, jornalista do Valor Econômico; Marcelo Mesquita, gestor do Leblon Equities e Arthur Piotto, diretor de Relações com Investidores da CCR. Marcelo Mesquita representando os investidores declarou que não é favorável ao período de silêncio. Nelson Niero do Valor Econômico concordou com Mesquita e disse com bom humor “pensei que somente o jornalista seria considerado vilão nesta história”. Arthur Piotto comentou a sua experiência na CCR, salientando que os analistas estão sempre procurando as informações que ainda não foram divulgadas, exigindo muito cuidado por parte dos RIs. Os participantes enfatizaram que o período de silêncio deve ser utilizado somente com relação às demonstrações financeiras em preparação e não tornadas públicas, contudo os agentes de mercado (analistas, investidores, imprensa e outros públicos estratégicos) devem ser normalmente atendidos em suas demandas informacionais junto ao Departamento de RI (Relações com Investidores) das empresas abertas.
O painel salientou que a divulgação e alteração de Guidance (projeções empresariais) sempre devem ocorrer por meio de Fato Relevante e que as empresas que divulgam devem estar muito bem fundamentadas e fazer a comunicação de forma adequada, consistente e continuamente atualizada.
Na segunda mesa redonda, houve debate sobre Fato Relevante e Release e teve como moderadores Marcos Sanches (IBRACON) e Hélio Garcia (IBRI) e debatedores: Roberto Müller, diretor da revista Razão Contábil, Roberto Terziani, consultor de RI da Oi e Marcelo Trindade, advogado da Trindade e Associados. No caso do release, houve consenso quanto à clareza redacional, evitando estrangeirismos, termos técnicos e jurídicos. No caso do debate sobre Fato Relevante, foi expressa a preocupação de representantes de companhias abertas sobre a dificuldade de se fazer a divulgação quando o boato de mercado tem certo fundamento, mas o assunto ainda não foi definido internamente nas corporações. Também foi salientada a dificuldade de se saber exatamente o momento que o fato relevante deve ser divulgado, sendo que em certos casos as empresas acabam sendo obrigadas a divulgar antes do assunto estar completamente maduro.
A terceira mesa redonda debateu as melhores práticas para Teleconferências, Apresentações Restritas e Públicas Periódicas. Os moderadores foram Haroldo Levy (Apimec), Hélio Garcia (IBRI) e Ligia Montagnani (Apimec) e debatedores: André Gordon, diretor da GTI Administradora de Recursos e Arthur Farme, vice-presidente corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica Seguros S/A. Os participantes realçaram os cuidados que os profissionais de Relações com Investidores devem ter para evitar informações privilegiadas nas reuniões restritas (por exemplo, com apenas um analista de valores mobiliários). No caso de reuniões públicas, há também necessidade de cautela para evitar projeções ou informações ainda não registradas na Comissão de Valores Mobiliários. Houve críticas a empresas que ainda realizam a teleconferência somente em inglês e ao filtro a perguntas em qualquer dos meios de comunicação da empresa com o mercado..
Lélio Lauretti, especialista em mercado de capitais, realizou palestra final sobre as “Melhores Práticas de Divulgação de Informações” em que frisou a importância das companhias não apenas cumprirem a obrigação legal de prestação de contas, mas sim demonstrarem efetivo desejo de informar, refletindo sobre as atuais exigências por parte dos participantes do mercado em termos de divulgação de informações.
Elizabeth Machado, Superintendente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), elogiou a fantástica ideia da criação do CODIM e enfatizou os progressos já realizados pelas companhias ao seguirem os seus pronunciamentos, reforçando também a necessidade de contínuas melhorias na comunicação das empresas, buscando a equidade e transparência de informações.
Sobre o CODIM
O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado), formado em abril de 2005, tem como objetivo discutir e sugerir a utilização das melhores formas de divulgação de informações das companhias abertas para os seus mais diferentes usuários, por meio de pronunciamentos de orientação a serem produzidos e disseminados no mercado por todas as entidades participantes direta ou indiretamente do Comitê.
O CODIM é formado por 10 entidades. A coordenação está a cargo da Apimec e do IBRI. Os participantes são: Abrasca, Amec, Anbima, Ancor, BM&FBOVESPA, CFC, IBGC e IBRACON, contando também com a CVM como observadora.
CODIM – www.codim.org.br / codim@codim.org.br
Mais informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
O evento foi aberto pelo presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto, que ressaltou a importância do CODIM para a melhoria da Comunicação no mercado de capitais brasileiro. Edemir Pinto representou na solenidade os presidentes das 10 entidades que compõem o CODIM.
Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e coordenador do CODIM pelo IBRI e Haroldo R. Levy Neto, coordenador da entidade pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), enfatizaram os esforços realizados pelo CODIM na busca das melhores práticas de divulgação do mercado de capitais comentando o que já foi feito nesses cinco anos de atividade e os objetivos deste primeiro evento.
O seminário contou com a participação de renomados profissionais do mercado para o debate de temas da atualidade como: “Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras"; “Guidance"; “Fato Relevante e Release"; “Teleconferências" e “Apresentações Restritas e Públicas Periódicas", além de palestra sobre “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado".
A primeira mesa redonda debateu o Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras e Guidance. O painel teve como moderadores: Marco Antonio Muzilli (IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil) e Geraldo Soares (IBRI) e debatedores: Nelson Niero, jornalista do Valor Econômico; Marcelo Mesquita, gestor do Leblon Equities e Arthur Piotto, diretor de Relações com Investidores da CCR. Marcelo Mesquita representando os investidores declarou que não é favorável ao período de silêncio. Nelson Niero do Valor Econômico concordou com Mesquita e disse com bom humor “pensei que somente o jornalista seria considerado vilão nesta história”. Arthur Piotto comentou a sua experiência na CCR, salientando que os analistas estão sempre procurando as informações que ainda não foram divulgadas, exigindo muito cuidado por parte dos RIs. Os participantes enfatizaram que o período de silêncio deve ser utilizado somente com relação às demonstrações financeiras em preparação e não tornadas públicas, contudo os agentes de mercado (analistas, investidores, imprensa e outros públicos estratégicos) devem ser normalmente atendidos em suas demandas informacionais junto ao Departamento de RI (Relações com Investidores) das empresas abertas.
O painel salientou que a divulgação e alteração de Guidance (projeções empresariais) sempre devem ocorrer por meio de Fato Relevante e que as empresas que divulgam devem estar muito bem fundamentadas e fazer a comunicação de forma adequada, consistente e continuamente atualizada.
Na segunda mesa redonda, houve debate sobre Fato Relevante e Release e teve como moderadores Marcos Sanches (IBRACON) e Hélio Garcia (IBRI) e debatedores: Roberto Müller, diretor da revista Razão Contábil, Roberto Terziani, consultor de RI da Oi e Marcelo Trindade, advogado da Trindade e Associados. No caso do release, houve consenso quanto à clareza redacional, evitando estrangeirismos, termos técnicos e jurídicos. No caso do debate sobre Fato Relevante, foi expressa a preocupação de representantes de companhias abertas sobre a dificuldade de se fazer a divulgação quando o boato de mercado tem certo fundamento, mas o assunto ainda não foi definido internamente nas corporações. Também foi salientada a dificuldade de se saber exatamente o momento que o fato relevante deve ser divulgado, sendo que em certos casos as empresas acabam sendo obrigadas a divulgar antes do assunto estar completamente maduro.
A terceira mesa redonda debateu as melhores práticas para Teleconferências, Apresentações Restritas e Públicas Periódicas. Os moderadores foram Haroldo Levy (Apimec), Hélio Garcia (IBRI) e Ligia Montagnani (Apimec) e debatedores: André Gordon, diretor da GTI Administradora de Recursos e Arthur Farme, vice-presidente corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica Seguros S/A. Os participantes realçaram os cuidados que os profissionais de Relações com Investidores devem ter para evitar informações privilegiadas nas reuniões restritas (por exemplo, com apenas um analista de valores mobiliários). No caso de reuniões públicas, há também necessidade de cautela para evitar projeções ou informações ainda não registradas na Comissão de Valores Mobiliários. Houve críticas a empresas que ainda realizam a teleconferência somente em inglês e ao filtro a perguntas em qualquer dos meios de comunicação da empresa com o mercado..
Lélio Lauretti, especialista em mercado de capitais, realizou palestra final sobre as “Melhores Práticas de Divulgação de Informações” em que frisou a importância das companhias não apenas cumprirem a obrigação legal de prestação de contas, mas sim demonstrarem efetivo desejo de informar, refletindo sobre as atuais exigências por parte dos participantes do mercado em termos de divulgação de informações.
Elizabeth Machado, Superintendente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), elogiou a fantástica ideia da criação do CODIM e enfatizou os progressos já realizados pelas companhias ao seguirem os seus pronunciamentos, reforçando também a necessidade de contínuas melhorias na comunicação das empresas, buscando a equidade e transparência de informações.
Sobre o CODIM
O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado), formado em abril de 2005, tem como objetivo discutir e sugerir a utilização das melhores formas de divulgação de informações das companhias abertas para os seus mais diferentes usuários, por meio de pronunciamentos de orientação a serem produzidos e disseminados no mercado por todas as entidades participantes direta ou indiretamente do Comitê.
O CODIM é formado por 10 entidades. A coordenação está a cargo da Apimec e do IBRI. Os participantes são: Abrasca, Amec, Anbima, Ancor, BM&FBOVESPA, CFC, IBGC e IBRACON, contando também com a CVM como observadora.
CODIM – www.codim.org.br / codim@codim.org.br
Mais informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
terça-feira, 7 de setembro de 2010
CODIM realiza Seminário sobre melhores práticas de divulgação em 14/09/2010
O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) realiza o Seminário “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado”, no dia 14 de setembro de 2010, das 08:30 às 13 horas, na BM&FBOVESPA.
Edemir Pinto, presidente da BM&FBOVESPA, abrirá o evento, representando os presidentes das 10 entidades-membro do CODIM.
Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e coordenador do CODIM pelo IBRI e Haroldo R. Levy Neto, coordenador pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), também participam da abertura do Seminário.
O evento conta com a participação de renomados profissionais do mercado para o debate de temas da atualidade como: "Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras"; "Guidance"; "Fato Relevante e Release"; "Teleconferências" e "Apresentações Restritas e Públicas Periódicas", além de palestra sobre "Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado".
08:30 Credenciamento
08:45 Abertura
Edemir Pinto, Presidente da BM&FBOVESPA
Haroldo R Levy Neto e Geraldo Soares – Coordenadores do CODIM
09:00 Mesa Redonda 1 – Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras e Guidance
Moderadores: Marco Antonio Muzilli (Ibracon)
Geraldo Soares (IBRI)
Debatedores: Nelson Niero, Jornalista do jornal Valor Econômico
Marcelo Mesquita, Gestor da Leblon Equities
Arthur Piotto, Diretor de Relações com Investidores da CCR
Sessão de Perguntas e Respostas
10:00 Mesa Redonda 2 – Fato Relevante e Release
Moderadores: Marcos Sanches (Ibracon)
Alexandre Oliveira (CFC)
Debatedores: Roberto Muller, Editor da revista Razão Contábil
Marcelo Trindade, Advogado da Trindade e Associados
Sessão de Perguntas e Respostas
11:00 Intervalo
11:20 Mesa Redonda 3 – Teleconferências, Apresentações Restritas e Públicas Periódicas
Moderadores: Haroldo Levy (Apimec)
Ligia Montagnani (Apimec)
Helio Garcia (IBRI)
Debatedores: André Gordon, Diretor da GTI Administradora de Recursos
Edigimar Maximiliano – Bradesco Corretora
Arthur Farme, Vice-Presidente Corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica Seguros S/A
Sessão de Perguntas e Respostas
12:20 Palestra – Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado
Lélio Lauretti
12:40 Encerramento
Elizabeth Machado, Superintendente de Relações com Empresas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
Geraldo Soares e Haroldo R. Levy Neto – Coordenadores do CODIM
SERVIÇO:
Seminário “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado”
Data: 14 de setembro de 2010
Horário: das 08:30 às 13 horas
Local: BM&FBOVESPA - Auditório Abelardo
Rua XV de Novembro, 275 - 1º andar - São Paulo – SP
Mais Informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
Edemir Pinto, presidente da BM&FBOVESPA, abrirá o evento, representando os presidentes das 10 entidades-membro do CODIM.
Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e coordenador do CODIM pelo IBRI e Haroldo R. Levy Neto, coordenador pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), também participam da abertura do Seminário.
O evento conta com a participação de renomados profissionais do mercado para o debate de temas da atualidade como: "Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras"; "Guidance"; "Fato Relevante e Release"; "Teleconferências" e "Apresentações Restritas e Públicas Periódicas", além de palestra sobre "Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado".
08:30 Credenciamento
08:45 Abertura
Edemir Pinto, Presidente da BM&FBOVESPA
Haroldo R Levy Neto e Geraldo Soares – Coordenadores do CODIM
09:00 Mesa Redonda 1 – Período de Silêncio Antes da Divulgação das Demonstrações Financeiras e Guidance
Moderadores: Marco Antonio Muzilli (Ibracon)
Geraldo Soares (IBRI)
Debatedores: Nelson Niero, Jornalista do jornal Valor Econômico
Marcelo Mesquita, Gestor da Leblon Equities
Arthur Piotto, Diretor de Relações com Investidores da CCR
Sessão de Perguntas e Respostas
10:00 Mesa Redonda 2 – Fato Relevante e Release
Moderadores: Marcos Sanches (Ibracon)
Alexandre Oliveira (CFC)
Debatedores: Roberto Muller, Editor da revista Razão Contábil
Marcelo Trindade, Advogado da Trindade e Associados
Sessão de Perguntas e Respostas
11:00 Intervalo
11:20 Mesa Redonda 3 – Teleconferências, Apresentações Restritas e Públicas Periódicas
Moderadores: Haroldo Levy (Apimec)
Ligia Montagnani (Apimec)
Helio Garcia (IBRI)
Debatedores: André Gordon, Diretor da GTI Administradora de Recursos
Edigimar Maximiliano – Bradesco Corretora
Arthur Farme, Vice-Presidente Corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica Seguros S/A
Sessão de Perguntas e Respostas
12:20 Palestra – Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado
Lélio Lauretti
12:40 Encerramento
Elizabeth Machado, Superintendente de Relações com Empresas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
Geraldo Soares e Haroldo R. Levy Neto – Coordenadores do CODIM
SERVIÇO:
Seminário “Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado”
Data: 14 de setembro de 2010
Horário: das 08:30 às 13 horas
Local: BM&FBOVESPA - Auditório Abelardo
Rua XV de Novembro, 275 - 1º andar - São Paulo – SP
Mais Informações:
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domingo, 22 de agosto de 2010
Digital informa: Comissão de Valores Mobiliários realiza Encontro com Investidores em Salvador
Comissão de Valores Mobiliários realiza Encontro com Investidores em Salvador
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) realiza, no dia 2 de setembro de 2010, das 18:30 às 21:30, no Auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB, em Salvador, o 3º Encontro com Investidores (Townmeeting). O evento, gratuito, é dirigido a investidores e representantes de entidades do mercado de capitais local, além de estudantes, professores e o público em geral.
No encontro, após apresentação das instituições presentes, o público terá a possibilidade de dirigir perguntas e sugestões diretamente aos representantes da CVM e das demais entidades representativas do mercado. O evento conta com a presença da presidente da CVM, Maria Helena dos Santos Fernandes de Santana, e de representantes das Superintendências de Registro, Empresas, Mercado e Intermediários. O objetivo do encontro é criar um canal direto de comunicação com o investidor fora do eixo Rio-São Paulo e contribuir para a disseminação da cultura do mercado.
O evento é organizado pela CVM e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA, com realização local da FIEB e da Associação dos Bancos do Estado da Bahia – ABEB. Também apóiam a iniciativa, as instituições integrantes do Comitê Consultivo de Educação da CVM: Associação Brasileira das Companhias Abertas – ABRASCA, Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias – ANCOR; Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais - APIMEC NACIONAL (por meio de sua regional), Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros - BM&FBovespa, Instituto Brasileiro de Relações com Investidores – IBRI e Instituto Nacional de Investidores – INI. O Comitê foi instituído pela própria CVM, em 2006, e tem, entre seus objetivos, propor e apoiar o desenvolvimento de projetos educacionais que contribuam para promover melhores padrões de educação financeira da população, visando, assim, ao desenvolvimento do mercado de valores mobiliários.
Os interessados devem confirmar presença com Isabella pelo telefone (71) 3242-1594 ou pelo e-mail: eventos@asbeb.com.br.
Onde: Auditório da FIEB – Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Rua Edistio Pondé, 342 – Stiep)
Quando: 02/09/2010
Horário: 18:30 às 21:30
Mais informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) realiza, no dia 2 de setembro de 2010, das 18:30 às 21:30, no Auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB, em Salvador, o 3º Encontro com Investidores (Townmeeting). O evento, gratuito, é dirigido a investidores e representantes de entidades do mercado de capitais local, além de estudantes, professores e o público em geral.
No encontro, após apresentação das instituições presentes, o público terá a possibilidade de dirigir perguntas e sugestões diretamente aos representantes da CVM e das demais entidades representativas do mercado. O evento conta com a presença da presidente da CVM, Maria Helena dos Santos Fernandes de Santana, e de representantes das Superintendências de Registro, Empresas, Mercado e Intermediários. O objetivo do encontro é criar um canal direto de comunicação com o investidor fora do eixo Rio-São Paulo e contribuir para a disseminação da cultura do mercado.
O evento é organizado pela CVM e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA, com realização local da FIEB e da Associação dos Bancos do Estado da Bahia – ABEB. Também apóiam a iniciativa, as instituições integrantes do Comitê Consultivo de Educação da CVM: Associação Brasileira das Companhias Abertas – ABRASCA, Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias – ANCOR; Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais - APIMEC NACIONAL (por meio de sua regional), Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros - BM&FBovespa, Instituto Brasileiro de Relações com Investidores – IBRI e Instituto Nacional de Investidores – INI. O Comitê foi instituído pela própria CVM, em 2006, e tem, entre seus objetivos, propor e apoiar o desenvolvimento de projetos educacionais que contribuam para promover melhores padrões de educação financeira da população, visando, assim, ao desenvolvimento do mercado de valores mobiliários.
Os interessados devem confirmar presença com Isabella pelo telefone (71) 3242-1594 ou pelo e-mail: eventos@asbeb.com.br.
Onde: Auditório da FIEB – Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Rua Edistio Pondé, 342 – Stiep)
Quando: 02/09/2010
Horário: 18:30 às 21:30
Mais informações:
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sábado, 21 de agosto de 2010
Digital divulga estudo sobre investimentos em Sustentabilidade
BRF BRASIL FOODS E ITAÚ UNIBANCO DIVIDEM A LIDERANÇA NA EDIÇÃO DE 2010 DO ESTUDO E RANKING
Premiação ocorreu em evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) na BM&FBOVESPA em 18/08/2010
Em evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), Management & Excellence e Revista Razão Contábil, no dia 18/08/2010, na BM&FBOVESPA, foi divulgado estudo com a participação de 31 empresas sobre investimentos em sustentabilidade.
Ocupando a primeira colocação, a BRF BRASIL FOODS e o ITAU-UNIBANCO, ambas pós fusão, destacam-se como as empresas mais transparentes do iBovespa, de acordo com a 4ª edição do Estudo e Ranking Anual, elaborado pela Management & Excellence (M&E), devido ao desempenho nos 123 critérios objetivos que compõem o estudo, dividido em 3 áreas: RSC, Governança Corporativa e Gestão Sustentável.
Também são destaques o banco BRADESCO, empatado em segundo lugar com a ITAUSA, seguidos pela CPFL em terceiro, PETROBRAS em quarto e em quinto empatadas TAM e LIGHT.
Sob a ótica dos investidores, transparência significa menores riscos e maiores retornos. Assim, os investimentos são realizados com base nas informações disponíveis sobre certos aspectos da empresa e do negócio.
Todas as 8 empresas que ocupam as 5 primeiras posições tiveram todos os 15 critérios de RSC cumpridos. Na área de Governança Corporativa, apenas BR BRASIL FOODS, CPFL e TAM cumprem todos os 23 critérios. E a grande diferença está, efetivamente, na área de Gestão Sustentável, que tem o maior número de critérios (85) e onde estão os critérios
O diferencial do estudo deste ano foi a inclusão de 6 critérios relacionados à transparência na divulgação dos resultados dos projetos de sustentabilidade. Dois deles dizem respeito à divulgação de valores investidos, e foram cumpridos pela maioria das empresas. Entretanto, quatro deles estão relacionados à projeção de investimentos e fluxo de caixa e retornos gerados por tais projetos e foram os menos cumpridos pelas empresas, todos eles por menos de 20% delas.
Ranking Geral 2010
1 BRF BRASIL FOODS 95,93%
ITAU UNIBANCO 95,93%
2 BRADESCO 95,12%
ITAUSA 95,12%
3 CPFL 91,87%
4 PETROBRAS 89,43%
5 LIGHT 88,62%
TAM 88,62%
6 NATURA 87,80%
7 USIMINAS 86,99%
8 GOL 83,74%
VALE 83,74%
9 BRASKEM 82,93%
JBS 82,93%
10 BANCO DO BRASIL 81,30%
FIBRIA 81,30%
MÉDIA 79,07%
11 DURATEX 78,05%
12 AMBEV 76,42%
13 REDECARD 73,98%
TELESP 73,98%
ULTRAPAR 73,98%
CESP 73,98%
14 OI 73,17%
15 ELETROPAULO 69,11%
LOJAS RENNER 69,11%
16 ROSSI 68,29%
17 BMF BOVESPA 66,67%
18 NET 65,04%
SOUZA CRUZ 65,04%
19 CYRELA 60,16%
20 ECODIESEL 52,85%
A diferença entre o primeiro lugar e o quinto são de apenas 7,31%, o que indica que a 1ª posição obteve compliance em 117 questões e a 5ª em 108, do total de 123 questões.
A BRF BRASIL FOODS também declarou compliance com 117 critérios, ficando de fora apenas securitizações; Divida Líquida ajustada; Fluxos de caixa/retornos de investimentos em sustentabilidade; Projeção de investimentos em sustentabilidade para os próximos anos; Projeção de investimentos em sustentabilidade por áreas (ex: social, cultural, ambiental, outras). No estudo de 2009, a SADIA ocupava a 12ª colocação e a PERDIGÃO a 17ª.
Vale destacar que encontra-se ativo ainda o site da SADIA, mas sem qualquer informação atualizada. E o site da BRF BRASIL FOODS contém todas as informações sobre o processo de fusão sem, contudo, apresentar informações sobre os produtos de marca SADIA. A explicação baseia-se no questão de aguardar, ainda, decisão do CADE para concluir todas as mudanças e atualizações necessárias.
O ITAU UNIBANCO manteve sua posição de destaque, embora tenha diminuído o compliance de 98.29% em 2009 para 95,93% este ano. Entretanto, isto se deve também ao fato da versão atual contar com 123 critérios contra os 117 do ano passado. O ITAU UNIBANCO declarou não ter compliance com os seguintes critérios: Atas das reuniões dos Comitês do Conselho; Controle de impacto negativo sobre a biodiversidade; Controle de acidentes com impacto ambiental; Possui um processo padronizado para determinar fluxo de caixa gerado por projetos de sustentabilidade; Fluxos de caixa/ retornos de investimentos em sustentabilidade.
Outro destaque foi o banco BRADESCO, que divide o 2º lugar com a ITAUSA. Ambos alcançaram 95,12% de compliance, o que significa 116 questões respondidas.
A CPFL, que estava em 2º lugar em 2009, aparece em 3º lugar este ano, principalmente devido às questões acrescidas, que dizem respeito à divulgação de dados sobre investimentos sustentáveis. Cumpriu todos os critérios de RSC e Governança Corporativa.
A PETROBRAS se manteve na 4ª posição este ano (89,43%), deixando de cumprir 4 critérios de Governança Corporativa e 8 critérios de Gestão Sustentável.
Curiosamente, a LIGHT e a TAM estavam empatadas em 10º lugar em 2009 e este ano seguem empatadas, mas dividindo a 5ª posição. Enquanto a primeira deixa de cumprir alguns critérios em Governança Corporativa e Gestão Sustentável, a segunda não cumpre apenas critérios relacionados à área de Gestão Sustentável.
Diferentemente dos anos anteriores, este ano, como detalhado na metodologia, o Ranking é formado apenas por empresa que devolveram o questionário que foi enviado, devidamente validado. Das 55 empresas que compõem a carteira, apenas 31 participam do Ranking. Como os gráficos abaixo demonstram, todos os setores tiveram pelo menos uma empresa representante:
O setor financeiro, de bancos, foi o que apresentou, como nos anos anteriores, a maior média setorial. É um setor que se diferencia dos demais pela qualidade na divulgação de informações e canais disponíveis. Apesar de apresentar relatórios extensos, o que é uma característica dos relatórios de maneira geral, é muito fácil ter acesso às informações e dados sobre as empresas. Todos os bancos que compõem a carteira do Ibovespa validaram o questionário e participam do Ranking.
No lado oposto está o setor de construção civil, com a pior média setorial, abaixo, inclusive, da média geral. Das 5 empresas que compõem a carteira do iBovespa, apenas 2 delas validaram o questionário e foram incluídas no Ranking. Tal fato, por si só, já denota a falta de maturidade do setor no que diz respeito à divulgação de informações pertinentes ao negócio. O pouco tempo que o setor tem na cultura de empresas abertas pode ser uma das causas da baixa participação e desempenho. Mas as empresas que participaram demonstram uma preocupação com o assunto, no que devem ser imitadas pelas demais.
RANKING SETOR %
1 BANCOS 90.79%
2 ALIMENTOS 89.43%
3 PRODUTOS PESSOAIS 87.80%
4 AVIAÇÃO 86.18%
5 MINERAÇÃO E SIDERURGIA 85.37%
6 PAPEL E CELULOSE 81.30%
7 ENERGIA 80.89%
8 SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 78.59%
9 MATERIAIS BÁSICOS 78.05%
10 PETROQUÍMICA 75.07%
11 QUÍMICA 73.98%
12 BEBIDAS E FUMO 70.73%
TELECOMUNICAÇÕES 70.73%
13 VAREJO 69.11%
14 CONSTRUÇÃO 64.23%
EMPRESA SETOR % MÉDIA
BRF FOODS ALIMENTOS 95.90% 89.34%
JBS ALIMENTOS 82.79%
GOL AVIAÇÃO 83.61% 86.07%
TAM AVIAÇÃO 88.52%
BRADESCO BANCOS 95.08% 90.98%
ITAU UNIBANCO BANCOS 95.90%
BB BANCOS 81.97%
AMBEV BEBIDAS E FUMO 76.23% 70.49%
SOUZA CRUZ BEBIDAS E FUMO 64.75%
CYRELLA CONSTRUÇÃO 59.84% 64.34%
ROSSI CONSTRUÇÃO 68.85%
CPFL ENERGIA 92.62% 81.35%
ELETROPAULO ENERGIA 69.67%
LIGHT ENERGIA 88.52%
CESP ENERGIA 74.59%
DURATEX MATERIAIS BÁSICOS 78.69% 78.69%
VALE MINERAÇÃO E SIDERURGIA 84.43% 86.07%
USIMINAS MINERAÇÃO E SIDERURGIA 87.70%
FIBRIA PAPEL E CELULOSE 81.97% 81.97%
PETROBRAS PETROQUÍMICA 89.34% 75.14%
BRASIL ECODIESEL PETROQUÍMICA 52.46%
BRASKEM PETROQUÍMICA 83.61%
NATURA PRODUTOS PESSOAIS 87.70% 87.70%
ULTRAPAR QUÍMICA 74.59% 74.59%
BM&F BOVESPA SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 66.39% 66.39%
BRADESPAR SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 29.51%
ITAUSA SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 95.08%
REDECARD SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 74.59%
TELESP TELECOMUNICAÇÕES 73.77% 70.77%
OI TELECOMUNICAÇÕES 73.77%
NET TELECOMUNICAÇÕES 64.75%
RENNER VAREJO 68.85% 68.85%
Pontuação e Ranking
Através do método Facts Only, as 55 empresas do Ibovespa foram avaliadas em 123 critérios extraídos de alguns indicadores internacionais tais como a Global Reporting Initiative (GRI), ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), DJSI (Dow Jones Sustainability Index), entre outros, divididos entre três áreas: responsabilidade social corporativa (RSC), governança corporativa (GC) e sustentabilidade.
De acordo com a atualização da metodologia, este ano, foram incluídas no Ranking apenas as empresas que devolvera o questionário devidamente validado.
Mais informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
Premiação ocorreu em evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) na BM&FBOVESPA em 18/08/2010
Em evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), Management & Excellence e Revista Razão Contábil, no dia 18/08/2010, na BM&FBOVESPA, foi divulgado estudo com a participação de 31 empresas sobre investimentos em sustentabilidade.
Ocupando a primeira colocação, a BRF BRASIL FOODS e o ITAU-UNIBANCO, ambas pós fusão, destacam-se como as empresas mais transparentes do iBovespa, de acordo com a 4ª edição do Estudo e Ranking Anual, elaborado pela Management & Excellence (M&E), devido ao desempenho nos 123 critérios objetivos que compõem o estudo, dividido em 3 áreas: RSC, Governança Corporativa e Gestão Sustentável.
Também são destaques o banco BRADESCO, empatado em segundo lugar com a ITAUSA, seguidos pela CPFL em terceiro, PETROBRAS em quarto e em quinto empatadas TAM e LIGHT.
Sob a ótica dos investidores, transparência significa menores riscos e maiores retornos. Assim, os investimentos são realizados com base nas informações disponíveis sobre certos aspectos da empresa e do negócio.
Todas as 8 empresas que ocupam as 5 primeiras posições tiveram todos os 15 critérios de RSC cumpridos. Na área de Governança Corporativa, apenas BR BRASIL FOODS, CPFL e TAM cumprem todos os 23 critérios. E a grande diferença está, efetivamente, na área de Gestão Sustentável, que tem o maior número de critérios (85) e onde estão os critérios
O diferencial do estudo deste ano foi a inclusão de 6 critérios relacionados à transparência na divulgação dos resultados dos projetos de sustentabilidade. Dois deles dizem respeito à divulgação de valores investidos, e foram cumpridos pela maioria das empresas. Entretanto, quatro deles estão relacionados à projeção de investimentos e fluxo de caixa e retornos gerados por tais projetos e foram os menos cumpridos pelas empresas, todos eles por menos de 20% delas.
Ranking Geral 2010
1 BRF BRASIL FOODS 95,93%
ITAU UNIBANCO 95,93%
2 BRADESCO 95,12%
ITAUSA 95,12%
3 CPFL 91,87%
4 PETROBRAS 89,43%
5 LIGHT 88,62%
TAM 88,62%
6 NATURA 87,80%
7 USIMINAS 86,99%
8 GOL 83,74%
VALE 83,74%
9 BRASKEM 82,93%
JBS 82,93%
10 BANCO DO BRASIL 81,30%
FIBRIA 81,30%
MÉDIA 79,07%
11 DURATEX 78,05%
12 AMBEV 76,42%
13 REDECARD 73,98%
TELESP 73,98%
ULTRAPAR 73,98%
CESP 73,98%
14 OI 73,17%
15 ELETROPAULO 69,11%
LOJAS RENNER 69,11%
16 ROSSI 68,29%
17 BMF BOVESPA 66,67%
18 NET 65,04%
SOUZA CRUZ 65,04%
19 CYRELA 60,16%
20 ECODIESEL 52,85%
A diferença entre o primeiro lugar e o quinto são de apenas 7,31%, o que indica que a 1ª posição obteve compliance em 117 questões e a 5ª em 108, do total de 123 questões.
A BRF BRASIL FOODS também declarou compliance com 117 critérios, ficando de fora apenas securitizações; Divida Líquida ajustada; Fluxos de caixa/retornos de investimentos em sustentabilidade; Projeção de investimentos em sustentabilidade para os próximos anos; Projeção de investimentos em sustentabilidade por áreas (ex: social, cultural, ambiental, outras). No estudo de 2009, a SADIA ocupava a 12ª colocação e a PERDIGÃO a 17ª.
Vale destacar que encontra-se ativo ainda o site da SADIA, mas sem qualquer informação atualizada. E o site da BRF BRASIL FOODS contém todas as informações sobre o processo de fusão sem, contudo, apresentar informações sobre os produtos de marca SADIA. A explicação baseia-se no questão de aguardar, ainda, decisão do CADE para concluir todas as mudanças e atualizações necessárias.
O ITAU UNIBANCO manteve sua posição de destaque, embora tenha diminuído o compliance de 98.29% em 2009 para 95,93% este ano. Entretanto, isto se deve também ao fato da versão atual contar com 123 critérios contra os 117 do ano passado. O ITAU UNIBANCO declarou não ter compliance com os seguintes critérios: Atas das reuniões dos Comitês do Conselho; Controle de impacto negativo sobre a biodiversidade; Controle de acidentes com impacto ambiental; Possui um processo padronizado para determinar fluxo de caixa gerado por projetos de sustentabilidade; Fluxos de caixa/ retornos de investimentos em sustentabilidade.
Outro destaque foi o banco BRADESCO, que divide o 2º lugar com a ITAUSA. Ambos alcançaram 95,12% de compliance, o que significa 116 questões respondidas.
A CPFL, que estava em 2º lugar em 2009, aparece em 3º lugar este ano, principalmente devido às questões acrescidas, que dizem respeito à divulgação de dados sobre investimentos sustentáveis. Cumpriu todos os critérios de RSC e Governança Corporativa.
A PETROBRAS se manteve na 4ª posição este ano (89,43%), deixando de cumprir 4 critérios de Governança Corporativa e 8 critérios de Gestão Sustentável.
Curiosamente, a LIGHT e a TAM estavam empatadas em 10º lugar em 2009 e este ano seguem empatadas, mas dividindo a 5ª posição. Enquanto a primeira deixa de cumprir alguns critérios em Governança Corporativa e Gestão Sustentável, a segunda não cumpre apenas critérios relacionados à área de Gestão Sustentável.
Diferentemente dos anos anteriores, este ano, como detalhado na metodologia, o Ranking é formado apenas por empresa que devolveram o questionário que foi enviado, devidamente validado. Das 55 empresas que compõem a carteira, apenas 31 participam do Ranking. Como os gráficos abaixo demonstram, todos os setores tiveram pelo menos uma empresa representante:
O setor financeiro, de bancos, foi o que apresentou, como nos anos anteriores, a maior média setorial. É um setor que se diferencia dos demais pela qualidade na divulgação de informações e canais disponíveis. Apesar de apresentar relatórios extensos, o que é uma característica dos relatórios de maneira geral, é muito fácil ter acesso às informações e dados sobre as empresas. Todos os bancos que compõem a carteira do Ibovespa validaram o questionário e participam do Ranking.
No lado oposto está o setor de construção civil, com a pior média setorial, abaixo, inclusive, da média geral. Das 5 empresas que compõem a carteira do iBovespa, apenas 2 delas validaram o questionário e foram incluídas no Ranking. Tal fato, por si só, já denota a falta de maturidade do setor no que diz respeito à divulgação de informações pertinentes ao negócio. O pouco tempo que o setor tem na cultura de empresas abertas pode ser uma das causas da baixa participação e desempenho. Mas as empresas que participaram demonstram uma preocupação com o assunto, no que devem ser imitadas pelas demais.
RANKING SETOR %
1 BANCOS 90.79%
2 ALIMENTOS 89.43%
3 PRODUTOS PESSOAIS 87.80%
4 AVIAÇÃO 86.18%
5 MINERAÇÃO E SIDERURGIA 85.37%
6 PAPEL E CELULOSE 81.30%
7 ENERGIA 80.89%
8 SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 78.59%
9 MATERIAIS BÁSICOS 78.05%
10 PETROQUÍMICA 75.07%
11 QUÍMICA 73.98%
12 BEBIDAS E FUMO 70.73%
TELECOMUNICAÇÕES 70.73%
13 VAREJO 69.11%
14 CONSTRUÇÃO 64.23%
EMPRESA SETOR % MÉDIA
BRF FOODS ALIMENTOS 95.90% 89.34%
JBS ALIMENTOS 82.79%
GOL AVIAÇÃO 83.61% 86.07%
TAM AVIAÇÃO 88.52%
BRADESCO BANCOS 95.08% 90.98%
ITAU UNIBANCO BANCOS 95.90%
BB BANCOS 81.97%
AMBEV BEBIDAS E FUMO 76.23% 70.49%
SOUZA CRUZ BEBIDAS E FUMO 64.75%
CYRELLA CONSTRUÇÃO 59.84% 64.34%
ROSSI CONSTRUÇÃO 68.85%
CPFL ENERGIA 92.62% 81.35%
ELETROPAULO ENERGIA 69.67%
LIGHT ENERGIA 88.52%
CESP ENERGIA 74.59%
DURATEX MATERIAIS BÁSICOS 78.69% 78.69%
VALE MINERAÇÃO E SIDERURGIA 84.43% 86.07%
USIMINAS MINERAÇÃO E SIDERURGIA 87.70%
FIBRIA PAPEL E CELULOSE 81.97% 81.97%
PETROBRAS PETROQUÍMICA 89.34% 75.14%
BRASIL ECODIESEL PETROQUÍMICA 52.46%
BRASKEM PETROQUÍMICA 83.61%
NATURA PRODUTOS PESSOAIS 87.70% 87.70%
ULTRAPAR QUÍMICA 74.59% 74.59%
BM&F BOVESPA SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 66.39% 66.39%
BRADESPAR SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 29.51%
ITAUSA SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 95.08%
REDECARD SERVIÇOS FINANCEIROS DIVERSOS 74.59%
TELESP TELECOMUNICAÇÕES 73.77% 70.77%
OI TELECOMUNICAÇÕES 73.77%
NET TELECOMUNICAÇÕES 64.75%
RENNER VAREJO 68.85% 68.85%
Pontuação e Ranking
Através do método Facts Only, as 55 empresas do Ibovespa foram avaliadas em 123 critérios extraídos de alguns indicadores internacionais tais como a Global Reporting Initiative (GRI), ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), DJSI (Dow Jones Sustainability Index), entre outros, divididos entre três áreas: responsabilidade social corporativa (RSC), governança corporativa (GC) e sustentabilidade.
De acordo com a atualização da metodologia, este ano, foram incluídas no Ranking apenas as empresas que devolvera o questionário devidamente validado.
Mais informações:
digitalcomunicacao@gmail.com
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