ANEFAC-FIPECAFI-SERASA Experian entregam prêmios para empresas com melhor transparência contábil
Embraer, Bandeirante Energia e Albras foram as vencedoras do prêmio Destaque do Troféu Transparência 2009
A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) realizou ontem à noite (24) a 13ª edição do Troféu Transparência – Prêmio Anefac-Fipecafi – Serasa Experian. Foram premiadas as 20 companhias que apresentaram maior transparência contábil em seus balanços. Este ano, a premiação inovou e acrescentou mais uma modalidade de classificação aos destaques (passou de duas para três). Agora, as empresas de capital aberto concorrem em duas categorias distintas: com faturamento acima e até 4 bilhões. As de capital fechado somam a qualificação.
O presidente da Anefac, Carlos Matavelli, iniciou a premiação enfatizando a importância do evento. “Nesta época de mudanças significativa das práticas contábeis, esta certificação e reconhecimentos públicos são um modelo a ser seguido por outras que estejam firmemente dispostas a obter a confiança e refletirem a integridade que o mercado, principalmente de capitais e a sociedade esperam de nossas corporações”.
Durante um agradável jantar, que reuniu cerca de 400 convidados, entre representantes das empresas, parceiros da Anefac e imprensa, as vencedoras receberam os troféus. As atenções estavam dobradas para quais seriam os três destaques. No final da noite, elas foram reveladas: Albras levou o troféu na categoria capital fechado, Bandeirante Energia S/A, capital aberto com faturamento até 4 bilhões, e capital aberto acima de 4 bilhões foi Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A – Embraer.
Os representantes dos Destaques finalizaram a celebração. “Estou aqui representando 17 mil funcionários. É uma honra muito grande receber este prêmio. Conseguimos ousar mais uma vez este ano, dessa vez demonstrando com muita clareza a nossa contabilidade”, afirmou o vice-presidente executivo financeiro e de relação com investidores da Embraer, Luiz Carlos Aguiar. “Primamos pela transparência. O trabalho da empresa em conjunto nos fez ganhar esse prêmio”, afirmou o gestor executivo de consolidação e contabilidade da Bandeirante Energia S/A, Sérgio Martins. Já o diretor e vice-presidente da Albras, Maeda Takeshi agradeceu a todas as empresas que participaram e concluiu “Espero nos vermos aqui novamente o ano que vem. Será uma honra”.
As vencedoras do Transparência 2009 por categoria são:
Destaques
Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A –Empresa aberta com faturamento acima de 4 bilhões
Bandeirante Energia S/A - Empresas abertas com faturamento abaixo de 4 bilhões
ALBRAS - Alumínio Brasileiro S/A - Empresa Fechada
Empresas abertas com faturamento acima de 4 bilhões
Brasil Telecom S/A Braskem S/A Grupo Pão de Açúcar CPFL Energia CSN - Companhia Siderúrgica Nacional Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A GERDAU S/A PETROBRAS - Petróleo Brasileiro S/A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - USIMINAS Vale
Empresas abertas com faturamento abaixo de 4 bilhões
Bandeirante Energia S/A BM&F Bovespa S/A Cemig Geração e Transmissão S/A
Marcopolo S/A Saraiva S/A Livreiros Editores
Empresas Fechadas
ALBRAS - Alumínio Brasileiro S/A ALUNORTE - Alumina do Norte do Brasil S/A ELETROSUL Centrais Elétricas S/A Liquigás Distribuidora S/A Furnas Centrais Elétricas S/A
Histórico
O Troféu Transparência (ou Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian) é um dos prêmios mais valorizados no mercado empresarial brasileiro. Nasceu em 1997 com o objetivo de ser um reconhecimento público da melhor demonstração financeira publicada no Brasil em duas categorias: empresas de capitais aberto e fechado. Esta ação deu início à nova cultura organizacional baseada na responsabilidade contábil, bem antes dos grandes escândalos corporativos que deram origem às regras da Sarbanes-Oxley.
Para a Anefac não importa se a empresa é de capital aberto ou fechado. O futuro aponta um cenário de objetividade nos números apresentados à sociedade de modo alinhado à globalização da economia. Para alcançar esse objetivo algumas empresas envolvem o corpo funcional, modificam estruturas internas, reforçam as consideradas melhores práticas e implantam outras na busca de maior aprimoramento.
A apuração das empresas com demonstrações contábeis efetivamente mais claras realizada para o Prêmio Anefac Fipecafi Serasa registra que as companhias estão mais precisas com seus números. Neste ano, das 584 empresas abertas registradas na CVM, 131 passaram pelo rígido crivo da premiação e tiveram os seus dados submetidos à análise derradeira que selecionou as dez companhias mais transparentes. O número se mantém estável em relação aos últimos anos, mas tem uma qualidade cada vez melhor, o que pode ser interpretado como sinal de que as empresas abertas estão atentas ao valor demandado pela sociedade, logo pós-escândalos econômicos da segunda metade da década passada e do início deste século. No ano passado se manteve a média de empresas de capital fechado de grande porte que abrem os seus números, mesmo desobrigadas pela lei. O importante é que cada vez mais os balanços têm maior quantidade de dados detalhados. As notas nos relatórios têm sido cada vez mais explicativas. E isto pode ser notado na comparação dos relatórios de uma mesma empresa nos diversos anos em que foi analisada.
Assessoria de Imprensa da FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras)
digitalcomunicacao@gmail.com
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Rodney Vergili realiza palestra sobre "Comunicação com a Mídia"
Rodney Vergili, diretor da Digital Assessoria, realizou palestra no dia 15/09/2009 sobre "Comunicação com a Mídia" no Programa de Formação, Fortalecimento e Consolidação da Cultura de Companhia Aberta Formação em Relações com Investidores. O Programa é coordenado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e realizado pela BM&FBOVESPA.
Programa - 14 de setembro
7h45 – Credenciamento
8h – MERCADO DE CAPiTAiS
Lucy Sousa
Função do mercado de capitais: seu papel no desenvolvimento da economia do país Estrutura do mercado de capitais Participantes do mercado de capitais Evolução do mercado de capitais: Níveis Diferenciados de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA Mercado acionário e mercado de dívida
9h30 – Coffee break
9h50 – lEGiSlAÇÃO PERTiNENTE A Ri E AO MERCADO DE CAPiTAiS
José luiz Homem de Mello
Lei das S.A. (6.404/76) Instruções da CVM AGOs e AGEs Voto nas assembléias Fato relevante Política de dividendos
12h30 – Almoço
13h30 – O QUE É RElAÇÕES COM iNVESTiDORES: PARTE 1
Mônica Molina
Estruturação da área de RI – pré-IPO
• O apoio da alta administração • Planejamento estratégico da companhia • Qualidades inerentes ao profissional de RI • O relacionamento com os stakeholders • Análise dos players de mercado Definição e responsabilidades da área de RI Estabelecendo o planejamento e as metas da área de RI 14h30 – O QUE É RElAÇÕES COM iNVESTiDORES: PARTE 2
Mônica Molina
Disseminando a cultura de companhia aberta na empresa Função estratégica do RI junto às demais áreas da empresa: Controladoria, Planejamento Estratégico, Marketing,
Comunicação Importância da informação para o RI
RI e a governança corporativa
15h30 – Coffee break
15h50 – DiSClOSURE DE iNFORMAÇÕES
Mônica Molina
Informações obrigatórias e espontâneas A importância do analista de investimento na divulgação da
empresa
• Analista buy-side e sell-side • Demonstrações contábeis e principais indicadores Discussão sobre as melhores práticas de disclosure Auto-regulação do mercado: Codim Tratamento adequado às informações privilegiadas 17h30 – Encerramento
15 de setembro15 de setembro8h – AS MElHORES PRÁTiCAS
José Marcos Treiger
Os diversos instrumentos disponíveis ao RI:
• Website de RI • Releases • Teleconferências/webcasts • Roadshows nacionais e internacionais • Reuniões individuais e públicas • Relatório Anual • Targeting • Formador de Mercado • Acompanhamento de mercado com analistas • Políticas de divulgação e negociação 10h00 – Coffee break
10h30 – CASE DE RElAÇÕES COM iNVESTiDORES E DEBATES
Jean Philippe leroy
Banco Bradesco S.A.
12h – COMUNiCAÇÃO COM A MÍDiA
Rodney Vergili
A comunicação entre o RI e os diversos meios de comunicação Comunicação em situações de crise
Divulgação Internacional
13h30 – Almoço
14h30 – ViSÃO ESTRATÉGiCA DE Ri
Doris Wilhelm
A visão estratégica das Relações com Investidores
15h30 – DiNÂMiCA
Doris Wilhelm
17h30 – Encerramento
Doris Wilhelm Graduada em Ciências Econômicas pela UFRGS, com mestrado em Finanças Internacionais pela Universidade deWestminster, especialização em Economia Industrial pela UFRGS e cursos de extensão em Economia Política do Desenvolvimento e Políticas de Finanças Globais pela London School of Economics. É diretora de RI da Paranapanema
S.A e conselheira do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e ex-presidente da diretoria executiva na gestão 2004/2005. Sua sólida carreira profissional na área de Relações com Investidores foi desenvolvida em organizações de grande porte. Atuou em instituições como Caraíba Metais, Eluma, Grendene, Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), Votorantim Papel e Celulose, Ambev/Cia. Antarctica Pau-
lista, União de Bancos Brasileiros, Banco Iochpe de Investimentos, Banco de Comércio e Indústria de São Paulo e Banco Maisonnave de Investimentos.
Jean Philippe leroyFormado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, foi admitido no Banco BCN S.A. em março de 1996, como gerente de agência. Com a aquisição do BCN, passou a integrar o quadro de funcionários do Banco Bradesco S.A. Em junho de 1999, transferiu-se para o Departamento de Ações e Custódia e, posteriormente, para o Departamento Secretaria Geral, no qual foi promovido ao cargo de Superintendente Executivo. Em março de 2007, foi eleito Diretor Departamental, responsável pelo Departamento de Relações com o Mercado e é membro da Mesa Regedora da Fundação Bradesco. É também Vice-Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Investidores (INI).
José luiz Homem de Mello Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e em Administração pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), possui MBA executivo em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado deCapitais (Ibmec-SP) e mestrado em Direito pela Universidade de Chicago. É integrante do Pinheiro Neto Advogados desde 1992 e foi associado do escritório de advocacia Sullivan & Cromwell em Nova York (2000-2001). Atualmente, é sócio do Pinheiro Neto Advogados e atua nas áreas de corporate finance – fusões e aquisições, Direito Financeiro e Bancário, Mercado de Capitais e Societário. Membro da OAB (1995), da New York State Bar Association (2001) e também da Comissão Técnica do IBRI.
José Marcos TreigerEngenheiro Civil formado pela PUC-RJ, com pós-graduação na Siemens AG (KWU), Alemanha. Atuou na engenharia entre 1973 e 1986, iniciando então carreira nas áreas de administração, marketing e finanças. Atualmente, é Diretor de Relações com Investidores da Multiner S.A., empresa de geração de energia elétrica. Também foi Diretor de RI da Aracruz Celulose (onde organizou a primeira gerência de RI Internacional no Brasil), da Cia. Siderúrgica Nacional (por duas ocasiões) e da Braskem. “Speaker” em mais de uma centena de grandes eventos de mercado, incluindo conferências nacio
nais e internacionais para investidores de equity e de dívida, também participou de
inúmeros roadshows no Brasil, nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e na Ásia. É membro dos conselhos da Abrasca e do IBRI e foi eleito o melhor profissional de RI em 2000 pela Abamec-MG e em 1999 pela Abamec-RJ.
lucy de SousaGraduada em Economia e Ciências Sociais pela USP, doutora em Economia pela Unicamp, desde 2006 é consultora associada da Inter-link Consultoria de Mercado de Capitais Ltda., que atua no mercado de capitais, em especial nas áreas de regulamentação e compliance, suporte a atividades de underwriting, administração jurídico-societária de fundos de investimento, desenvolvimento de produtos financeiros, elaboração de conteúdo para publicações técnicas (desde 1996). Presidente Nacional da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), gestão 2009/10, presidente da regional paulista na gestão 2007/8, vice-presidente na gestão 2005/06 e diretora na gestão 2003/04. Dentre suas principais atividades acadêmicas, é professora titular da Faculdade de Economia da Faap; professora dos cursos de MBA Mercado de Capitais e RI da Fipecafi-USP e de especialização em Economia Financeira do Instituto de Economia da Unicamp. Foi analista de investimento do Unibanco (1980-1986) e do Citibank (1986-1991). É associada ao Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) desde 1998, e co-autora dos livros Abertura do capital de empresas no Brasil: um enfoque prático; Guia do mercado de capitais;e Acontece nas melhores famílias: repensando a empresa familiar.
Mônica Carvalho Molina Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Atualmente, é diretora de Relações com Investidores da Bertin S.A, uma das maiores produtoras e exportadoras de produtos de origem animal da América Latina, desde outubro de 2008. Possui mais de 15 anos de experiência em finanças e marketing, adquirida em empresas como Whirlpool, Claro e Grupo Louis Dreyfus. Nos últimos dois anos e meio, trabalhou na Datasul, também como Diretora de RI.
Rodney VergiliAssessor de Comunicação do IBRI. Formado em Jornalismo e Economia pela USP, iniciou sua carreira no Diário do Comércio e Indústria (DCI) em 1973. De 1986 a 1997, foi editor da Coluna Mercado Financeiro na Folha de São Paulo. Em seguida, passou para a Agência Estado, onde permaneceu até 2004, quando se tornou sócio-fundador da agência Digital Assessoria Comunicação Integrada. Prestou serviços para revistas como Exame,Veja, Amanhã, América Economia e Bovespa. Teve destacadas participações em programas como Roda Viva (TV Cultura) e Negócios e Companhia (Rádio CBN). Recebeu o Prêmio Colunistas em 1998 e 1999 e Profissional de Imprensa de 2002 pela Abamec-SP. Teve sua biografia publicada no livro Jornalistas brasileiros: quem é quem no jornalismo de economia, da editora MegaBrasil, em junho de 2005.
Local
Instituto Educacional BM&FBOVESPA
Rua Boa Vista, 280 (prédio do Jockey), 3º andar
Centro, São Paulo, SP
Das 8h às 17h30
Programa - 14 de setembro
7h45 – Credenciamento
8h – MERCADO DE CAPiTAiS
Lucy Sousa
Função do mercado de capitais: seu papel no desenvolvimento da economia do país Estrutura do mercado de capitais Participantes do mercado de capitais Evolução do mercado de capitais: Níveis Diferenciados de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA Mercado acionário e mercado de dívida
9h30 – Coffee break
9h50 – lEGiSlAÇÃO PERTiNENTE A Ri E AO MERCADO DE CAPiTAiS
José luiz Homem de Mello
Lei das S.A. (6.404/76) Instruções da CVM AGOs e AGEs Voto nas assembléias Fato relevante Política de dividendos
12h30 – Almoço
13h30 – O QUE É RElAÇÕES COM iNVESTiDORES: PARTE 1
Mônica Molina
Estruturação da área de RI – pré-IPO
• O apoio da alta administração • Planejamento estratégico da companhia • Qualidades inerentes ao profissional de RI • O relacionamento com os stakeholders • Análise dos players de mercado Definição e responsabilidades da área de RI Estabelecendo o planejamento e as metas da área de RI 14h30 – O QUE É RElAÇÕES COM iNVESTiDORES: PARTE 2
Mônica Molina
Disseminando a cultura de companhia aberta na empresa Função estratégica do RI junto às demais áreas da empresa: Controladoria, Planejamento Estratégico, Marketing,
Comunicação Importância da informação para o RI
RI e a governança corporativa
15h30 – Coffee break
15h50 – DiSClOSURE DE iNFORMAÇÕES
Mônica Molina
Informações obrigatórias e espontâneas A importância do analista de investimento na divulgação da
empresa
• Analista buy-side e sell-side • Demonstrações contábeis e principais indicadores Discussão sobre as melhores práticas de disclosure Auto-regulação do mercado: Codim Tratamento adequado às informações privilegiadas 17h30 – Encerramento
15 de setembro15 de setembro8h – AS MElHORES PRÁTiCAS
José Marcos Treiger
Os diversos instrumentos disponíveis ao RI:
• Website de RI • Releases • Teleconferências/webcasts • Roadshows nacionais e internacionais • Reuniões individuais e públicas • Relatório Anual • Targeting • Formador de Mercado • Acompanhamento de mercado com analistas • Políticas de divulgação e negociação 10h00 – Coffee break
10h30 – CASE DE RElAÇÕES COM iNVESTiDORES E DEBATES
Jean Philippe leroy
Banco Bradesco S.A.
12h – COMUNiCAÇÃO COM A MÍDiA
Rodney Vergili
A comunicação entre o RI e os diversos meios de comunicação Comunicação em situações de crise
Divulgação Internacional
13h30 – Almoço
14h30 – ViSÃO ESTRATÉGiCA DE Ri
Doris Wilhelm
A visão estratégica das Relações com Investidores
15h30 – DiNÂMiCA
Doris Wilhelm
17h30 – Encerramento
Doris Wilhelm Graduada em Ciências Econômicas pela UFRGS, com mestrado em Finanças Internacionais pela Universidade deWestminster, especialização em Economia Industrial pela UFRGS e cursos de extensão em Economia Política do Desenvolvimento e Políticas de Finanças Globais pela London School of Economics. É diretora de RI da Paranapanema
S.A e conselheira do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e ex-presidente da diretoria executiva na gestão 2004/2005. Sua sólida carreira profissional na área de Relações com Investidores foi desenvolvida em organizações de grande porte. Atuou em instituições como Caraíba Metais, Eluma, Grendene, Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), Votorantim Papel e Celulose, Ambev/Cia. Antarctica Pau-
lista, União de Bancos Brasileiros, Banco Iochpe de Investimentos, Banco de Comércio e Indústria de São Paulo e Banco Maisonnave de Investimentos.
Jean Philippe leroyFormado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, foi admitido no Banco BCN S.A. em março de 1996, como gerente de agência. Com a aquisição do BCN, passou a integrar o quadro de funcionários do Banco Bradesco S.A. Em junho de 1999, transferiu-se para o Departamento de Ações e Custódia e, posteriormente, para o Departamento Secretaria Geral, no qual foi promovido ao cargo de Superintendente Executivo. Em março de 2007, foi eleito Diretor Departamental, responsável pelo Departamento de Relações com o Mercado e é membro da Mesa Regedora da Fundação Bradesco. É também Vice-Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Investidores (INI).
José luiz Homem de Mello Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e em Administração pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), possui MBA executivo em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado deCapitais (Ibmec-SP) e mestrado em Direito pela Universidade de Chicago. É integrante do Pinheiro Neto Advogados desde 1992 e foi associado do escritório de advocacia Sullivan & Cromwell em Nova York (2000-2001). Atualmente, é sócio do Pinheiro Neto Advogados e atua nas áreas de corporate finance – fusões e aquisições, Direito Financeiro e Bancário, Mercado de Capitais e Societário. Membro da OAB (1995), da New York State Bar Association (2001) e também da Comissão Técnica do IBRI.
José Marcos TreigerEngenheiro Civil formado pela PUC-RJ, com pós-graduação na Siemens AG (KWU), Alemanha. Atuou na engenharia entre 1973 e 1986, iniciando então carreira nas áreas de administração, marketing e finanças. Atualmente, é Diretor de Relações com Investidores da Multiner S.A., empresa de geração de energia elétrica. Também foi Diretor de RI da Aracruz Celulose (onde organizou a primeira gerência de RI Internacional no Brasil), da Cia. Siderúrgica Nacional (por duas ocasiões) e da Braskem. “Speaker” em mais de uma centena de grandes eventos de mercado, incluindo conferências nacio
nais e internacionais para investidores de equity e de dívida, também participou de
inúmeros roadshows no Brasil, nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e na Ásia. É membro dos conselhos da Abrasca e do IBRI e foi eleito o melhor profissional de RI em 2000 pela Abamec-MG e em 1999 pela Abamec-RJ.
lucy de SousaGraduada em Economia e Ciências Sociais pela USP, doutora em Economia pela Unicamp, desde 2006 é consultora associada da Inter-link Consultoria de Mercado de Capitais Ltda., que atua no mercado de capitais, em especial nas áreas de regulamentação e compliance, suporte a atividades de underwriting, administração jurídico-societária de fundos de investimento, desenvolvimento de produtos financeiros, elaboração de conteúdo para publicações técnicas (desde 1996). Presidente Nacional da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), gestão 2009/10, presidente da regional paulista na gestão 2007/8, vice-presidente na gestão 2005/06 e diretora na gestão 2003/04. Dentre suas principais atividades acadêmicas, é professora titular da Faculdade de Economia da Faap; professora dos cursos de MBA Mercado de Capitais e RI da Fipecafi-USP e de especialização em Economia Financeira do Instituto de Economia da Unicamp. Foi analista de investimento do Unibanco (1980-1986) e do Citibank (1986-1991). É associada ao Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) desde 1998, e co-autora dos livros Abertura do capital de empresas no Brasil: um enfoque prático; Guia do mercado de capitais;e Acontece nas melhores famílias: repensando a empresa familiar.
Mônica Carvalho Molina Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Atualmente, é diretora de Relações com Investidores da Bertin S.A, uma das maiores produtoras e exportadoras de produtos de origem animal da América Latina, desde outubro de 2008. Possui mais de 15 anos de experiência em finanças e marketing, adquirida em empresas como Whirlpool, Claro e Grupo Louis Dreyfus. Nos últimos dois anos e meio, trabalhou na Datasul, também como Diretora de RI.
Rodney VergiliAssessor de Comunicação do IBRI. Formado em Jornalismo e Economia pela USP, iniciou sua carreira no Diário do Comércio e Indústria (DCI) em 1973. De 1986 a 1997, foi editor da Coluna Mercado Financeiro na Folha de São Paulo. Em seguida, passou para a Agência Estado, onde permaneceu até 2004, quando se tornou sócio-fundador da agência Digital Assessoria Comunicação Integrada. Prestou serviços para revistas como Exame,Veja, Amanhã, América Economia e Bovespa. Teve destacadas participações em programas como Roda Viva (TV Cultura) e Negócios e Companhia (Rádio CBN). Recebeu o Prêmio Colunistas em 1998 e 1999 e Profissional de Imprensa de 2002 pela Abamec-SP. Teve sua biografia publicada no livro Jornalistas brasileiros: quem é quem no jornalismo de economia, da editora MegaBrasil, em junho de 2005.
Local
Instituto Educacional BM&FBOVESPA
Rua Boa Vista, 280 (prédio do Jockey), 3º andar
Centro, São Paulo, SP
Das 8h às 17h30
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Rodney Vergili realizará palestra sobre Comunicação Empresarial no Mercado de Capitais na Apimec SP
Rodney Vergili, diretor da Digital Assessoria, realizará palestra sobre comunicação empresarial no mercado de capitais no dia 21/09/2009 na Apimec SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento de São Paulo).
Estão abertas as inscrições para o 19º Curso de Introdução ao Mercado de Capitais. Com palestras ministradas por profissionais de renomadas instituições do Mercado de Capitais, o curso é direcionado para futuros profissionais de investimentos, jornalistas, investidores e universitários.
“O objetivo do curso é manter a Associação sempre aberta a novos integrantes do mercado de capitais, de forma a possibilitar o constante crescimento dessa área no país”, afirma Reginaldo Alexandre, presidente da Apimec SP.
O curso conta também com a participação das seguintes entidades: Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
Os temas abordados no encontro são básicos e trazem as mais recentes novidades do mercado de capitais. As inscrições estão abertas. Para participar, basta fazer a inscrição pelo telefone (11) 3107-1571 ou pelo e-mail eventos@apimecsp.com.br
Duração: 30 horas/aula - de 14 a 25 de setembro de 2009
Horário: das 9 horas às 12 horas
Local: Sede da Apimec São Paulo
Endereço: Rua São Bento, 545 – 5ª sobreloja – Centro – São Paulo - SP
INSCRIÇÕES ATÉ 10/09/2009 - R$ 50,00 eventos@apimecsp.com.br ou pelo telefone (11) 3107-1571.
Veja a grade completa do curso:
14/09/2009
09:00 – 09:30 – Abertura do curso e apresentação sobre a Apimec SP
Reginaldo Alexandre - Presidente da Apimec SP
09:30 – 10:45– Por que ser uma empresa aberta
Almir da Silva Motta - Membro da Comissão de Mercado de Capitais da ABRASCA
10:45 – 12:00 - A importância dos profissionais de Relações com Investidores
Ricardo Rosanova Garcia – Diretor Executivo da Regional Sul do IBRI
15/09/2009
09:00 – 10:30 - A integração dos mercados internacionais de capitais
João Francisco de Aguiar - Economista, professor da Universidade
Presbiteriana Mackenzie e das Faculdades Oswaldo Cruz
10:30 – 12:00 - O papel dos analistas: fundamentalistas, gráficos,
setoriais, macroeconômicos, de crédito e rating.
Antonio Carlos Colangelo Luz - Economista, MBA em Mercado de Capitais e Professor da FIPECAFI, FMU e Trevisan
16/09/2009
09:00 – 12:00 – BM&FBOVESPA – Mercado de Ações e Derivativos
José Alberto Netto Filho - Consultor da BM&FBOVESPA
17/09/2009
09:00 – 10:30 - O papel da CVM no mercado de capitais
Adriana Dullius - Procuradora Federal da CVM
10:30 – 12:00 – A relação do BNDES com o mercado de capitais Ivan Magalhães Junior – Gerente na Área de Mercado de Capitais – BNDES
18/09/2009
09:00 – 12:00 - Conceitos básicos de contabilidade e análise financeira
René Coppe Pimentel - Professor e consultor
21/09/2009
09:00 – 10:30 - A relação dos Meios de Comunicação com o Mercado de Capitais - Rodney Vergili - Diretor da Digital Assessoria Comunicação Integrada
10:30 – 12:00 Sustentabilidade no Mercado de Capitais
Roberto Sousa Gonzalez - Diretor de Estratégia de Sustentabilidade da The MediaGroup Comunicação de Valor
22/09/2009
09:00 – 10:30 Governança Corporativa no mercado de capitais
Adriane Almeida – Coordenadora do Centro de
Pesquisa e Conhecimento do IBGC
10:30 – 12:00 - A Andima e os instrumentos de renda fixa
Marcelo Cidade - Analista Econômico Sênior da Gerência Técnica da ANDIMA
23/09/2009
09:00 – 10:30 - A indústria de fundos de investimento no Brasil e
a certificação dos profissionais bancários
Luiz Calado – Gerente de educação de investidor e certificação profissional da ANBID
10:30 – 12:00 – A Lei das S.As. e os direitos dos acionistas não
controladores
Dr. Leslie Amendolara - Advogado especializado em direito empresarial
24/09/2009
09:00 – 10:30- A Previdência Privada no Brasil
Aparecida Pagliarini - Advogada da ABRAPP
10:30 – 12:00 - Direito do Acionista Minoritário
Palestrante a confirmar – AMEC
25/09/2009
09:00 – 10:00 – INI – Apresentação Institucional
Theo Rodrigues - Diretor Geral – INI
10:00 – 11:00 – ABVCAP – Apresentação Institucional
Sidney Chameh - ABVCAP
11:00 – 12:00 – Apresentação sobre a Expo Money
Raymundo Magliano Neto – Diretor comercial da Expo Money
Sobre a Apimec SP
A Apimec SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais em São Paulo) tem como objetivo central estimular e apoiar qualquer tipo de ação que fomente os mercados financeiro e de capitais brasileiros. A Apimec SP prepara os profissionais de investimentos - analistas de investimentos, de crédito e de risco, administradores de fundos e carteiras de investimentos, analistas e estrategistas econômicos - para liderar o processo de fomento e desenvolvimento dos mercados financeiro e, principalmente, do de capitais, divulgando para a sociedade a cultura desses mercados e promovendo a integração e a melhora constante nos fluxos de informações entre os diversos públicos envolvidos.
Assessoria de Imprensa da Apimec SP Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais Digital Assessoria Comunicação Integrada
Mais informações: E-mail: digitalcomunicacao@gmail.com
Estão abertas as inscrições para o 19º Curso de Introdução ao Mercado de Capitais. Com palestras ministradas por profissionais de renomadas instituições do Mercado de Capitais, o curso é direcionado para futuros profissionais de investimentos, jornalistas, investidores e universitários.
“O objetivo do curso é manter a Associação sempre aberta a novos integrantes do mercado de capitais, de forma a possibilitar o constante crescimento dessa área no país”, afirma Reginaldo Alexandre, presidente da Apimec SP.
O curso conta também com a participação das seguintes entidades: Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
Os temas abordados no encontro são básicos e trazem as mais recentes novidades do mercado de capitais. As inscrições estão abertas. Para participar, basta fazer a inscrição pelo telefone (11) 3107-1571 ou pelo e-mail eventos@apimecsp.com.br
Duração: 30 horas/aula - de 14 a 25 de setembro de 2009
Horário: das 9 horas às 12 horas
Local: Sede da Apimec São Paulo
Endereço: Rua São Bento, 545 – 5ª sobreloja – Centro – São Paulo - SP
INSCRIÇÕES ATÉ 10/09/2009 - R$ 50,00 eventos@apimecsp.com.br ou pelo telefone (11) 3107-1571.
Veja a grade completa do curso:
14/09/2009
09:00 – 09:30 – Abertura do curso e apresentação sobre a Apimec SP
Reginaldo Alexandre - Presidente da Apimec SP
09:30 – 10:45– Por que ser uma empresa aberta
Almir da Silva Motta - Membro da Comissão de Mercado de Capitais da ABRASCA
10:45 – 12:00 - A importância dos profissionais de Relações com Investidores
Ricardo Rosanova Garcia – Diretor Executivo da Regional Sul do IBRI
15/09/2009
09:00 – 10:30 - A integração dos mercados internacionais de capitais
João Francisco de Aguiar - Economista, professor da Universidade
Presbiteriana Mackenzie e das Faculdades Oswaldo Cruz
10:30 – 12:00 - O papel dos analistas: fundamentalistas, gráficos,
setoriais, macroeconômicos, de crédito e rating.
Antonio Carlos Colangelo Luz - Economista, MBA em Mercado de Capitais e Professor da FIPECAFI, FMU e Trevisan
16/09/2009
09:00 – 12:00 – BM&FBOVESPA – Mercado de Ações e Derivativos
José Alberto Netto Filho - Consultor da BM&FBOVESPA
17/09/2009
09:00 – 10:30 - O papel da CVM no mercado de capitais
Adriana Dullius - Procuradora Federal da CVM
10:30 – 12:00 – A relação do BNDES com o mercado de capitais Ivan Magalhães Junior – Gerente na Área de Mercado de Capitais – BNDES
18/09/2009
09:00 – 12:00 - Conceitos básicos de contabilidade e análise financeira
René Coppe Pimentel - Professor e consultor
21/09/2009
09:00 – 10:30 - A relação dos Meios de Comunicação com o Mercado de Capitais - Rodney Vergili - Diretor da Digital Assessoria Comunicação Integrada
10:30 – 12:00 Sustentabilidade no Mercado de Capitais
Roberto Sousa Gonzalez - Diretor de Estratégia de Sustentabilidade da The MediaGroup Comunicação de Valor
22/09/2009
09:00 – 10:30 Governança Corporativa no mercado de capitais
Adriane Almeida – Coordenadora do Centro de
Pesquisa e Conhecimento do IBGC
10:30 – 12:00 - A Andima e os instrumentos de renda fixa
Marcelo Cidade - Analista Econômico Sênior da Gerência Técnica da ANDIMA
23/09/2009
09:00 – 10:30 - A indústria de fundos de investimento no Brasil e
a certificação dos profissionais bancários
Luiz Calado – Gerente de educação de investidor e certificação profissional da ANBID
10:30 – 12:00 – A Lei das S.As. e os direitos dos acionistas não
controladores
Dr. Leslie Amendolara - Advogado especializado em direito empresarial
24/09/2009
09:00 – 10:30- A Previdência Privada no Brasil
Aparecida Pagliarini - Advogada da ABRAPP
10:30 – 12:00 - Direito do Acionista Minoritário
Palestrante a confirmar – AMEC
25/09/2009
09:00 – 10:00 – INI – Apresentação Institucional
Theo Rodrigues - Diretor Geral – INI
10:00 – 11:00 – ABVCAP – Apresentação Institucional
Sidney Chameh - ABVCAP
11:00 – 12:00 – Apresentação sobre a Expo Money
Raymundo Magliano Neto – Diretor comercial da Expo Money
Sobre a Apimec SP
A Apimec SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais em São Paulo) tem como objetivo central estimular e apoiar qualquer tipo de ação que fomente os mercados financeiro e de capitais brasileiros. A Apimec SP prepara os profissionais de investimentos - analistas de investimentos, de crédito e de risco, administradores de fundos e carteiras de investimentos, analistas e estrategistas econômicos - para liderar o processo de fomento e desenvolvimento dos mercados financeiro e, principalmente, do de capitais, divulgando para a sociedade a cultura desses mercados e promovendo a integração e a melhora constante nos fluxos de informações entre os diversos públicos envolvidos.
Assessoria de Imprensa da Apimec SP Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais Digital Assessoria Comunicação Integrada
Mais informações: E-mail: digitalcomunicacao@gmail.com
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Digital é a Assessoria de Comunicação da 15ª Semana de Tecnologia Metroferrroviária
A Digital Assessoria é a responsável pela Comunicação Integrada da 15ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, que ocorre no Centro de Convenções Frei Caneca, de 25 de agosto a 28 de agosto de 2009, em São Paulo (SP). José Geraldo Baião (foto), presidente da AEAMESP (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), concedeu entrevista para a repórter Juliana Barletta da TV Cultura logo após a abertura do evento no dia 25/08/2009.
Segundo José Geraldo Baião, depois de mais de meio século de verdadeiro ostracismo no setor e que trouxe a reboque o envelhecimento das equipes técnicas, a escassez de profissionais experientes e o desinteresse na formação de novos, saltamos para uma demanda frenética. O setor Metroferroviário vive um de seus melhores momentos.
Deste repentino aquecimento têm-se beneficiado toda a cadeia produtiva de bens e serviços do “Trilhonegócio” e, por conseqüência, todos os profissionais nela envolvidos.
O Governo Federal licitará o Trem da Alta Velocidade - TAV, vários governos estaduais e municipais têm projetos de implantação de sistemas alternativos de média capacidade e crescem os serviços de transporte ferroviário de passageiros de longo percurso e de turismo existentes no país. Parece que finalmente, estamos redescobrindo os caminhos dos trilhos.
Como manter perene este ciclo virtuoso, iniciado em 2007, com recursos permanentes e produzindo desenvolvimento sustentável para o setor metroferroviário é um dos grandes desafios que temos e para onde devemos concentrar os nossos esforços e atenções.
Planejar o País a longo prazo é necessário e a sua prática contínua é a cultura que devemos manter se quisermos ser uma nação mais do que emergente.
A crise financeira mundial, iniciada no último trimestre do ano passado, fez com que os Governos adotassem medidas anticíclicas para combatê-la. No Brasil, optou-se por incentivar o consumo, mediante a redução do IPI para a compra de carros zero km, privilegiando mais uma vez o uso do transporte individual, em detrimento da mobilidade e da qualidade de vida que já eram críticas nas metrópoles.
Este quadro, associado com políticas públicas equivocadas de uso e ocupação do solo nos municípios e que sempre estão dissociadas das políticas de transporte, vem provocado novos recordes de congestionamentos. Portanto, há muito que se fazer para que tenhamos soluções efetivas para os problemas de transporte e trânsito nas cidades.
Como a Semana de Tecnologia Metroferroviária tem sido o fórum para discussão de todas as questões que afetam o nosso setor, venha cerrar fileiras conosco para que, por meio do intercâmbio de ideias, possamos encontrar as soluções para um desenvolvimento sustentável, conclui José Geraldo Baião, presidente da AEAMESP. http://www.aeamesp.org.br/15semana/
Segundo José Geraldo Baião, depois de mais de meio século de verdadeiro ostracismo no setor e que trouxe a reboque o envelhecimento das equipes técnicas, a escassez de profissionais experientes e o desinteresse na formação de novos, saltamos para uma demanda frenética. O setor Metroferroviário vive um de seus melhores momentos.
Deste repentino aquecimento têm-se beneficiado toda a cadeia produtiva de bens e serviços do “Trilhonegócio” e, por conseqüência, todos os profissionais nela envolvidos.
O Governo Federal licitará o Trem da Alta Velocidade - TAV, vários governos estaduais e municipais têm projetos de implantação de sistemas alternativos de média capacidade e crescem os serviços de transporte ferroviário de passageiros de longo percurso e de turismo existentes no país. Parece que finalmente, estamos redescobrindo os caminhos dos trilhos.
Como manter perene este ciclo virtuoso, iniciado em 2007, com recursos permanentes e produzindo desenvolvimento sustentável para o setor metroferroviário é um dos grandes desafios que temos e para onde devemos concentrar os nossos esforços e atenções.
Planejar o País a longo prazo é necessário e a sua prática contínua é a cultura que devemos manter se quisermos ser uma nação mais do que emergente.
A crise financeira mundial, iniciada no último trimestre do ano passado, fez com que os Governos adotassem medidas anticíclicas para combatê-la. No Brasil, optou-se por incentivar o consumo, mediante a redução do IPI para a compra de carros zero km, privilegiando mais uma vez o uso do transporte individual, em detrimento da mobilidade e da qualidade de vida que já eram críticas nas metrópoles.
Este quadro, associado com políticas públicas equivocadas de uso e ocupação do solo nos municípios e que sempre estão dissociadas das políticas de transporte, vem provocado novos recordes de congestionamentos. Portanto, há muito que se fazer para que tenhamos soluções efetivas para os problemas de transporte e trânsito nas cidades.
Como a Semana de Tecnologia Metroferroviária tem sido o fórum para discussão de todas as questões que afetam o nosso setor, venha cerrar fileiras conosco para que, por meio do intercâmbio de ideias, possamos encontrar as soluções para um desenvolvimento sustentável, conclui José Geraldo Baião, presidente da AEAMESP. http://www.aeamesp.org.br/15semana/
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Digital promove entrevista coletiva de representante da NYSE Euronext

A Digital Assessoria promoveu entrevista de Jeffrey Eubank, senior vice president Global Affairs and Government Relations da Bolsa de Nova York (NYSE Euronext) com importantes veículos de comunicação (foto) no Hotel Hyatt, em São Paulo (SP). Os jornalistas prestigiram o evento do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) na segunda-feira (dia 17/8/2009) a partir das 18:30 e que contou com a palestra do presidente da Bolsa de Nova York (NYSE Euronext), Duncan Niederauer, sobre “O Brasil no cenário global”. A Digital é Assessoria de Comunicação do IBRI. O evento foi uma promoção conjunta do IBRI e da NYSE Euronext. João Pinheiro Nogueira Batista, presidente do Conselho de Administração do IBRI, abriu o evento, que reuniu executivos e representantes das áreas de Relações com Investidores de companhias abertas nacionais.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Digital participa da divulgação do Prêmio Anefac-Fipecafi-Serasa Experian
A Digital Assessoria participa na divulgação do Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian
Evento chega a sua décima terceira edição com uma nova categoria de empresas
As vinte empresas mais transparentes na apresentação dos seus números para o mercado acabam de ser selecionadas pela Anefac – Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e Fipecafi – Fundação Instituto Instituto de Pesquisas Econômicas e iniciativa apoiada pela Serasa Experian.
Este ano, o Troféu Transparência inova com três modalidades de classificação, ao invés de duas. Agora as empresas de capital aberto concorrem em duas categorias diferentes, com faturamento acima de R$ 4 bilhões e faturamento até 4 bilhões. As empresas de capital fechado completam o quadro.
Para o presidente da Anefac, Carlos Matavelli, "a premiação ganha força ano a ano como referência para o mercado. A criação da categoria para empresas com faturamento até 4 bilhões de reais permite uma visão ainda mais precisa dos números das empresas e o reconhecimento de que a cada ano mais empresas ampliam o seu grau de responsabilidade no trato com as informações financeiras".
Divididas em três categorias, elas obtiveram alta performance em diversos critérios, dos quais se destacam a qualidade e grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas; a transparência das informações prestadas; e a qualidade do relatório da administração e sua consistência com as informações divulgadas. Nas próximas semanas, estas empresas estarão reunidas em dois eventos em São Paulo. A apresentação das vencedoras da 13ª edição do Troféu Transparência (Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian) será no dia 06 de agosto, às 11h30, no Mercure Grand Hotel, Rua Joinville, 515, Ibirapuera, S. Paulo. E a cerimônia de premiação e anúncio das empresas destaque em cada categoria acontecerá no dia 24 de setembro, na capital paulista.
As vencedoras do Transparência 2009 por categoria são:
Empresas abertas com faturamento acima de 4 bilhões
Brasil Telecom S/A Braskem S/A CBD - Companhia Brasileira de Distribuição CPFL Energia CSN - Companhia Siderúrgica Nacional Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A GERDAU S/A PETROBRAS - Petróleo Brasileiro S/A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - USIMINAS Vale
Empresas abertas com faturamento abaixo de 4 bilhões
Bandeirante Energia S/A BM&F Bovespa S/A Cemig Distribuição S/AMarcopolo S/A Saraiva S/A Livreiros Editores
Empresas Fechadas
ALBRAS - Alumínio Brasileiro S/A ALUNORTE - Alumina do Norte do Brasil S/A ELETROSUL Centrais Elétricas S/A Liquigás Distribuidora S/A Furnas Centrais Elétricas S/A
Concorrem ao prêmio empresas sediadas em todo território nacional, selecionadas nas áreas de comércio, indústria e serviço, exceto serviços financeiros. Para se tornarem aptas devem obrigatoriamente divulgar as seguintes demonstrações:
. Balanço patrimonial;
. Demonstração do resultado do exercício;
. Demonstrações das mutações do patrimônio líquido;
. Demonstração das origens e aplicações de recursos;
. Notas explicativas;
. Demonstrações comparativas;
. Relatório da Administração;
. Parecer dos auditores independentes;
Não há restrições quanto ao formato jurídico, podendo ser sociedades anônimas ou limitadas. Também não há restrições quanto aos resultados e situação econômico-financeira das empresas, os quais não interferem no processo de seleção.
Os critérios de seleção das vencedoras são:
. Qualidade e grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas;
. Transparência das informações prestadas;
. Qualidade do relatório da administração e sua consistência com as informações divulgadas;
. Aderência aos Princípios Contábeis;
. Ressalvas no parecer dos auditores independentes, levando-se em conta suas naturezas;
. Apresentação da divulgação quanto a layout, legibilidade, concisão, clareza etc.;
. Divulgação de aspectos relevantes, não exigidos legalmente, mas importantes para o comércio como: fluxo de caixa, demonstração do valor adicionado, Ebitda, valor econômico agregado, balanço social, efeitos inflacionários etc.;
Processo de Julgamento
Na primeira fase, alunos dos cursos de Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade da FEA-USP selecionam as demonstrações que melhor atendem os critérios, para encaminhamento a comissão julgadora.
Na segunda fase são selecionadas as melhores demonstrações, pela comissão julgadora composta por representantes da Fipecafi e da Anefac.
A terceira fase ocorre no próprio dia 24 de setembro, data da premiação onde é eleita uma empresa de cada categoria como destaque do Troféu Transparência, Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian.
Histórico
O Troféu Transparência (ou Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian) é um dos prêmios mais valorizados no mercado empresarial brasileiro. Nasceu em 1997 com o objetivo de ser um reconhecimento público da melhor demonstração financeira publicada no Brasil em duas categorias: empresas de capitais aberto e fechado. Esta ação deu início à nova cultura organizacional baseada na responsabilidade contábil, bem antes dos grandes escândalos corporativos que deram origem às regras da Sarbanes-Oxley.
Para a Anefac não importa se a empresa é de capital aberto ou fechado. O futuro aponta um cenário de objetividade nos números apresentados à sociedade de modo alinhado à globalização da economia. Para alcançar esse objetivo algumas empresas envolvem o corpo funcional, modificam estruturas internas, reforçam as consideradas melhores práticas e implantam outras na busca de maior aprimoramento.
A apuração das empresas com demonstrações contábeis efetivamente mais claras realizada para o Prêmio Anefac Fipecafi Serasa registra que as companhias estão mais precisas com seus números. Neste ano, das 584 empresas abertas registradas na CVM, 131 passaram pelo rígido crivo da premiação e tiveram os seus dados submetidos à análise derradeira que selecionou as dez companhias mais transparentes. O número se mantém estável em relação aos últimos anos, mas tem uma qualidade cada vez melhor, o que pode ser interpretado como sinal de que as empresas abertas estão atentas ao valor demandado pela sociedade, logo pós-escândalos econômicos da segunda metade da década passada e do início deste século. No ano passado se manteve a média de empresas de capital fechado de grande porte que abrem os seus números, mesmo desobrigadas pela lei. O importante é que cada vez mais os balanços têm maior quantidade de dados detalhados. As notas nos relatórios têm sido cada vez mais explicativas. E isto pode ser notado na comparação dos relatórios de uma mesma empresa nos diversos anos em que foi analisada.
Premiadas ano a ano
1997 – Antarctica; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista); Klabin Celulose e Papel e Pão de Açúcar – Cia Brasileira de Distribuição.
1998 – Abril S/A; Antarctica; Brahma; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Klabin Celulose e Papel; OPP (Petroquímica); Paranapanema; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
1999 – Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); AES Eletropaulo; Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Klabin Celulose e Papel; Light; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Telepar; Telesp Celular; CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2000 – CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cia Suzano de Papel e Celulose; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copene (Companhia Petroquímica do Nordeste); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Sabesp (Cia. De Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Telesp Celular; CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2001 – Aracruz Celulose; CEB (Companhia Energética de Brasília); CEEE (Companhia Est. De Energia Elétrica do Estado do Rio Grande do Sul); CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cia Petróleo Ipiranga; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); Distribuidora Petróleo Ipiranga; Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras Distribuidora; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2002 – Brasil Telecom S/A; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Copel (Companhia Paranaense de Energia); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobrás; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); VCP (Votorantim Celulose e Papel).
2003 – Brasil Telecom S/A; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A); VCP (Votorantim Celulose e Papel).
2004 – Brasil Telecom S/A; Bunge Alimentos S/A; CBD (Cia Brasileira de Distribuição); Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Copel (Companhia Paranaense de Energia); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Embratel (Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A; Gerdau S/A; Gol Transportes Aéreos S/A; Natura Cosmésticos S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); Telesp Celular S/A.
2005 – ALBRAS (Alumínio Brasileiro S/A); Alunorte (Alumina do Norte do Brasil S/A); Brasil Telecom S/A; Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CST (Companhia Siderúrgica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Localiza Rent a Car S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
2006 – Alberto Pasqualini – Refap S/A; Brasil Telecom S/A; Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia); Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Furnas Centrais Elétricas S/A; Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
2007 – Alberto Pasqualini – Refap S/A; Arcelor Mittal Brasil S/A; Brasil Telecom S/A; Braskem Petroquímica de Classe Mundial; Cemig (Cia Energética de Minas Gerais); Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Eletronorte Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A; Gerdau S/A; Petrobras; TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Tractebel Energia S/A.
2008 - Brasil Telecom S/A; CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais); CESP (Companhia Energética de São Paulo); CSN (Companhia Siderúrgica Nacional); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais); Vale; Alberto Pasqualini (Refap S.A.), ALBRAS (Alumínio Brasileiro S/A); Alunorte (Alumina do Norte do Brasil S/A); Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A); Energisa Borborema - Distribuidora de Energia S/A.
Evento chega a sua décima terceira edição com uma nova categoria de empresas
As vinte empresas mais transparentes na apresentação dos seus números para o mercado acabam de ser selecionadas pela Anefac – Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e Fipecafi – Fundação Instituto Instituto de Pesquisas Econômicas e iniciativa apoiada pela Serasa Experian.
Este ano, o Troféu Transparência inova com três modalidades de classificação, ao invés de duas. Agora as empresas de capital aberto concorrem em duas categorias diferentes, com faturamento acima de R$ 4 bilhões e faturamento até 4 bilhões. As empresas de capital fechado completam o quadro.
Para o presidente da Anefac, Carlos Matavelli, "a premiação ganha força ano a ano como referência para o mercado. A criação da categoria para empresas com faturamento até 4 bilhões de reais permite uma visão ainda mais precisa dos números das empresas e o reconhecimento de que a cada ano mais empresas ampliam o seu grau de responsabilidade no trato com as informações financeiras".
Divididas em três categorias, elas obtiveram alta performance em diversos critérios, dos quais se destacam a qualidade e grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas; a transparência das informações prestadas; e a qualidade do relatório da administração e sua consistência com as informações divulgadas. Nas próximas semanas, estas empresas estarão reunidas em dois eventos em São Paulo. A apresentação das vencedoras da 13ª edição do Troféu Transparência (Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian) será no dia 06 de agosto, às 11h30, no Mercure Grand Hotel, Rua Joinville, 515, Ibirapuera, S. Paulo. E a cerimônia de premiação e anúncio das empresas destaque em cada categoria acontecerá no dia 24 de setembro, na capital paulista.
As vencedoras do Transparência 2009 por categoria são:
Empresas abertas com faturamento acima de 4 bilhões
Brasil Telecom S/A Braskem S/A CBD - Companhia Brasileira de Distribuição CPFL Energia CSN - Companhia Siderúrgica Nacional Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A GERDAU S/A PETROBRAS - Petróleo Brasileiro S/A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - USIMINAS Vale
Empresas abertas com faturamento abaixo de 4 bilhões
Bandeirante Energia S/A BM&F Bovespa S/A Cemig Distribuição S/AMarcopolo S/A Saraiva S/A Livreiros Editores
Empresas Fechadas
ALBRAS - Alumínio Brasileiro S/A ALUNORTE - Alumina do Norte do Brasil S/A ELETROSUL Centrais Elétricas S/A Liquigás Distribuidora S/A Furnas Centrais Elétricas S/A
Concorrem ao prêmio empresas sediadas em todo território nacional, selecionadas nas áreas de comércio, indústria e serviço, exceto serviços financeiros. Para se tornarem aptas devem obrigatoriamente divulgar as seguintes demonstrações:
. Balanço patrimonial;
. Demonstração do resultado do exercício;
. Demonstrações das mutações do patrimônio líquido;
. Demonstração das origens e aplicações de recursos;
. Notas explicativas;
. Demonstrações comparativas;
. Relatório da Administração;
. Parecer dos auditores independentes;
Não há restrições quanto ao formato jurídico, podendo ser sociedades anônimas ou limitadas. Também não há restrições quanto aos resultados e situação econômico-financeira das empresas, os quais não interferem no processo de seleção.
Os critérios de seleção das vencedoras são:
. Qualidade e grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas;
. Transparência das informações prestadas;
. Qualidade do relatório da administração e sua consistência com as informações divulgadas;
. Aderência aos Princípios Contábeis;
. Ressalvas no parecer dos auditores independentes, levando-se em conta suas naturezas;
. Apresentação da divulgação quanto a layout, legibilidade, concisão, clareza etc.;
. Divulgação de aspectos relevantes, não exigidos legalmente, mas importantes para o comércio como: fluxo de caixa, demonstração do valor adicionado, Ebitda, valor econômico agregado, balanço social, efeitos inflacionários etc.;
Processo de Julgamento
Na primeira fase, alunos dos cursos de Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade da FEA-USP selecionam as demonstrações que melhor atendem os critérios, para encaminhamento a comissão julgadora.
Na segunda fase são selecionadas as melhores demonstrações, pela comissão julgadora composta por representantes da Fipecafi e da Anefac.
A terceira fase ocorre no próprio dia 24 de setembro, data da premiação onde é eleita uma empresa de cada categoria como destaque do Troféu Transparência, Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian.
Histórico
O Troféu Transparência (ou Prêmio Anefac - Fipecafi - Serasa Experian) é um dos prêmios mais valorizados no mercado empresarial brasileiro. Nasceu em 1997 com o objetivo de ser um reconhecimento público da melhor demonstração financeira publicada no Brasil em duas categorias: empresas de capitais aberto e fechado. Esta ação deu início à nova cultura organizacional baseada na responsabilidade contábil, bem antes dos grandes escândalos corporativos que deram origem às regras da Sarbanes-Oxley.
Para a Anefac não importa se a empresa é de capital aberto ou fechado. O futuro aponta um cenário de objetividade nos números apresentados à sociedade de modo alinhado à globalização da economia. Para alcançar esse objetivo algumas empresas envolvem o corpo funcional, modificam estruturas internas, reforçam as consideradas melhores práticas e implantam outras na busca de maior aprimoramento.
A apuração das empresas com demonstrações contábeis efetivamente mais claras realizada para o Prêmio Anefac Fipecafi Serasa registra que as companhias estão mais precisas com seus números. Neste ano, das 584 empresas abertas registradas na CVM, 131 passaram pelo rígido crivo da premiação e tiveram os seus dados submetidos à análise derradeira que selecionou as dez companhias mais transparentes. O número se mantém estável em relação aos últimos anos, mas tem uma qualidade cada vez melhor, o que pode ser interpretado como sinal de que as empresas abertas estão atentas ao valor demandado pela sociedade, logo pós-escândalos econômicos da segunda metade da década passada e do início deste século. No ano passado se manteve a média de empresas de capital fechado de grande porte que abrem os seus números, mesmo desobrigadas pela lei. O importante é que cada vez mais os balanços têm maior quantidade de dados detalhados. As notas nos relatórios têm sido cada vez mais explicativas. E isto pode ser notado na comparação dos relatórios de uma mesma empresa nos diversos anos em que foi analisada.
Premiadas ano a ano
1997 – Antarctica; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista); Klabin Celulose e Papel e Pão de Açúcar – Cia Brasileira de Distribuição.
1998 – Abril S/A; Antarctica; Brahma; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Klabin Celulose e Papel; OPP (Petroquímica); Paranapanema; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
1999 – Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); AES Eletropaulo; Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Klabin Celulose e Papel; Light; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Telepar; Telesp Celular; CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2000 – CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cia Suzano de Papel e Celulose; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copene (Companhia Petroquímica do Nordeste); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Sabesp (Cia. De Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Telesp Celular; CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2001 – Aracruz Celulose; CEB (Companhia Energética de Brasília); CEEE (Companhia Est. De Energia Elétrica do Estado do Rio Grande do Sul); CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); Cia Petróleo Ipiranga; Copel (Companhia Paranaense de Energia); Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); Distribuidora Petróleo Ipiranga; Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras Distribuidora; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce).
2002 – Brasil Telecom S/A; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Copel (Companhia Paranaense de Energia); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobrás; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); VCP (Votorantim Celulose e Papel).
2003 – Brasil Telecom S/A; CESP (Companhia Energética do Estado de São Paulo); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A); VCP (Votorantim Celulose e Papel).
2004 – Brasil Telecom S/A; Bunge Alimentos S/A; CBD (Cia Brasileira de Distribuição); Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Copel (Companhia Paranaense de Energia); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Embratel (Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A; Gerdau S/A; Gol Transportes Aéreos S/A; Natura Cosmésticos S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná); Telesp Celular S/A.
2005 – ALBRAS (Alumínio Brasileiro S/A); Alunorte (Alumina do Norte do Brasil S/A); Brasil Telecom S/A; Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CST (Companhia Siderúrgica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Localiza Rent a Car S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
2006 – Alberto Pasqualini – Refap S/A; Brasil Telecom S/A; Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais); Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia); Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Furnas Centrais Elétricas S/A; Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A).
2007 – Alberto Pasqualini – Refap S/A; Arcelor Mittal Brasil S/A; Brasil Telecom S/A; Braskem Petroquímica de Classe Mundial; Cemig (Cia Energética de Minas Gerais); Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda; Copesul (Companhia Petroquímica do Sul); CVRD (Companhia Vale do Rio Doce); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Eletronorte Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A; Gerdau S/A; Petrobras; TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil S/A); Tractebel Energia S/A.
2008 - Brasil Telecom S/A; CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais); CESP (Companhia Energética de São Paulo); CSN (Companhia Siderúrgica Nacional); Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica); Gerdau S/A; Petrobras; Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo); Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais); Vale; Alberto Pasqualini (Refap S.A.), ALBRAS (Alumínio Brasileiro S/A); Alunorte (Alumina do Norte do Brasil S/A); Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A); Energisa Borborema - Distribuidora de Energia S/A.
domingo, 26 de julho de 2009
Digital divulga vencedores do prêmio de transparência em sustentabilidade
A Digital Assessoria divulga as companhias vencedoras do prêmio transparência em sustentabilidade de acordo com estudo da consultoria Management & Excellence. Os vencedores foram apresentados em evento realizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
Segue cobertura da revista Razão Contábil a respeito.
.http://www.revistarazao.com.br/index.php?codid=1124
26 de julho de 2009
Transparência, a chave da confiançaItaú Unibanco e Bradesco lideram ranking do estudo da Management & Excellence, seguidos por CPFL, Copel, Petrobras e Vale
POR CLAUDIA IZIQUE
A crise que se abateu sobre o mercado em setembro do ano passado deixou, além de algumas sequelas, uma certeza: a transparência é, definitivamente, a base da confiança e da competitividade das empresas. O ranking das 53 companhias brasileiras analisadas pelo estudo Transparência em Sustentabilidade nas Empresas do Ibovespa 2009, realizado pela consultoria Management & Excellence (M&E) e publicada por Razão Contábil, pelo terceiro ano consecutivo, são uma prova concreta dessa constatação. Para aproximar ainda mais o retrato obtido pelo estudo da realidade vivida pelas empresas, a M&E decidiu, neste ano, incluir critérios de transparência na divulgação de fatores de riscos financeiros. Dois bancos – Itaú Unibanco e Bradesco – ficaram com o primeiro lugar; no segundo e terceiro lugares estão duas distribuidoras de energia elétrica – CPFL e Copel, respectivamente; o quarto lugar ficou com a Petrobras; e o quinto, com a Vale.A classificação foi feita com base na análise de 117 critérios distribuídos em três áreas – responsabilidade social corporativa, governança corporativa e sustentabilidade –, baseando-se, principalmente, em indicadores do Global Reporting Initiative (GRI). Também foram consideradas as referências do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), Dow Jones, Global Compact, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre outros. As análises levaram em conta informações divulgadas por meio de websites, relatórios anuais de sustentabilidade e documentos sobre políticas para empregados, clientes, fornecedores, contribuições culturais, projetos para a comunidade, governança corporativa, dados sobre o mercado, desempenho financeiro, de gestão ambiental e informações relacionadas.A cada um dos critérios foram atribuídas pontuações em percentuais, num limite de 100%, de acordo com o nível de aderência da empresa aos quesitos analisados. A média do ranking geral foi de 69,89%. Os dois bancos que encabeçaram o ranking obtiveram, nas três áreas, um percentual médio de 98,29%. No estudo de 2008, o Bradesco e o Itaú – antes da fusão com o Unibanco – já tinham dividido o primeiro lugar, com um percentual médio de 99,36%. Itaú Unibanco e Bradesco também têm em comum o fato de terem ações listadas no ISE, da Bovespa, e no Dow Jones Sustainability World Index, da Bolsa de Nova York.Bradesco: controle e uniformidadeO Bradesco, com 40,6 milhões de clientes e R$ 454 bilhões em ativos em 2008, tem 65 anos de história. O banco abriu seu capital em 1946 e, desde então, tem como premissa de atuação a criação de valor para os diversos públicos, o investimento em tecnologia, a conduta ética e o respeito ao meio ambiente. O estudo da M&E identificou que o Bradesco “considera prioritário assegurar o controle, uniformidade e transparência na divulgação de todas as informações internas e externas, de modo completo, preciso, oportuno e compreensível”.No ano passado o banco reviu seu Código de Ética e criou Códigos de Ética Setoriais, com o objetivo de definir padrões de conduta para diversas áreas; e iniciou o Ciclo Bradesco de Diálogos com Stakeholders. As atividades de Responsabilidade Social e Ambiental foram, desde 2007, unificadas no Banco do Planeta, iniciativa que “visa criar novos produtos e serviços focados na sustentabilidade, além de fomentar uma relação de total harmonia com o meio ambiente entre funcionários, clientes, acionistas e fornecedores”, conforme explicou Lázaro de Mello Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, no Relatório Anual de 2008.A Fundação Bradesco, um dos maiores programas sócio-educacionais privados do País, é o principal pilar da ação social do Bradesco, superando, no ano passado, 518 mil atendimentos. “A sólida estrutura de controles internos que protege a Organização Bradesco em todas as suas áreas de atuação não nos torna imunes a turbulências do mercado, mas nos dá a necessária segurança de continuidade e de preservação, em sua essência, dos planos traçados para o futuro”, segundo o relatório.De acordo com o estudo, o Bradesco deixou de cumprir apenas dois critérios no conjunto de requisitos analisados: a existência de um mínimo de 20% de membros independentes na composição de seu conselho de administração; e não ter um profissional de relações públicas dentro da área de relações com investidores (RI). “Esse fator não ofusca, no entanto, o fato de que o Bradesco, desde suas origens, vem aperfeiçoando suas práticas de governança, buscando excelência da qualidade de gestão e a satisfação e estreito relacionamento com seus acionistas, investidores, clientes, fornecedores, funcionários, comunidades e demais stakeholders, com foco voltado para a sustentabilidade”, ressalvam os autores do estudo.Itaú Unibanco: controles internosO Itaú Unibanco, juntos desde o ano passado, é hoje o maior banco do Hemisfério Sul e um dos 20 maiores do mundo. São, ao todo, 57,7 milhões de clientes e 4,6 mil agências e postos bancários. Os dois bancos, fundidos, herdaram a tradição das instituições que lhes deram origem, alinhando-se às melhores práticas de governança corporativa e prestação de contas ao mercado. O próprio processo de fusão colocou os princípios da transparência em evidência: formalizada a aliança, os profissionais das duas instituições receberam, no mesmo dia, mensagens de seus respectivos presidentes e o banco manteve seus clientes informados, por meio de mala-direta, e-mail, informe em agências, sites ou por intermédio dos próprios gerentes.De acordo com o banco, a transparência na prestação de contas ao mercado apóia-se na adesão ao Nível I de governança corporativa da Bovespa e à lei americana Sarbanes-Oxley, que exige a adoção de uma série de procedimentos de controles internos e gestão de riscos. A política de divulgação inclui a publicação de resultados trimestrais e de informativos, além da realização de conferências, road shows e reuniões públicas e periódicas com analistas. O banco adota procedimentos para assegurar a conduta ética de seus colaboradores e parceiros, incluindo políticas de controles internos, de relação com investidores, de segurança da informação e de prevenção à lavagem de dinheiro, entre outras. Os colaboradores do conglomerado participam, periodicamente, de treinamentos sobre esses procedimentos e os princípios éticos a serem seguidos no dia-a-dia das operações. Em 2008, cerca de 40 mil colaboradores do Itaú Unibanco passaram por treinamentos sobre políticas e procedimentos anticorrupção.Dos 117 critérios avaliados no estudo, o Itaú Unibanco afirmou não realizar dois deles: o controle do impacto negativo de sua atividade sobre a biodiversidade e as atas das reuniões dos comitês do conselho administrativo. “É bem verdade que o Itaú Unibanco, ciente de que as instituições financeiras também geram impactos relacionados ao consumo de recursos naturais em suas operações rotineiras, está atento aos impactos ambientais de suas atividades, especialmente à geração de gases poluentes no transporte de pessoas e de valores, para os quais já possui práticas de mitigação; contudo, não estendeu, até o momento, tal atenção à questão da biodiversidade”, avalia o estudo. Quanto às atas das reuniões dos comitês, o estudo ressalva que apenas uma das 53 empresas avaliadas afirmou divulgá-las.CPFL Energia: rede éticaA CPFL, com uma pontuação média de 94,02% nos três fatores analisados pelo estudo, “adota práticas diferenciadas de governança corporativa, baseadas nos princípios de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa, alinhadas com as melhores práticas existentes no Brasil e exterior”, informa a empresa. Os papéis da companhia são listados no Novo Mercado da Bovespa e na Bolsa de Nova York.A empresa mantém vários canais de comunicação com os stakeholders, por meio do site – portais para clientes, fornecedores, o programa Ética em Rede, e o portal Sustentabilidade, entre outros – produz um jornal para fornecedores e mantém um contact center. O relacionamento com colaboradores também é estreito e inclui, entre outras ações, o Café com o Presidente. A empresa conta, ainda, com um canal para recebimento de reclamações e/ou denúncias relativas a informações financeiras, publica relatórios anuais de acordo com as diretrizes do GRI e faz a divulgação de demonstrações financeiras segundo padrões contábeis brasileiros e americanos.As práticas de governança também são reconhecidas internacionalmente. A International Finance Corporation (IFC), agência do Banco Mundial, concedeu à empresa o prêmio Client Leadership, o primeiro conquistado por uma companhia brasileira, como reconhecimento aos compromissos com a excelência na gestão, práticas diferenciadas de governança e sustentabilidade dos negócios. “Esses reconhecimentos destacam e fortalecem o posicionamento da CPFL Energia no mercado brasileiro, além de inspirar as futuras ações e iniciativas alinhadas a um plano de negócios consistente, orientado para a ampliação da presença da companhia no mercado brasileiro de energia elétrica”, afirmou Luiz Aníbal de Lima Fernandes, presidente do conselho de administração da empresa, no Relatório de Atividades de 2008.A empresa formou, ainda, a Rede Ética, constituída por um grupo de colaboradores indicados por gestores para formarem a “inteligência ética” da companhia e apoiar a gestão e sua implantação na empresa. De acordo com o estudo, a CPFL perdeu pontos por não divulgar as atas das reuniões de seu Comitê de Ética, apesar de possuir um portal na internet.Copel: clima e comunicaçãoA Copel recebeu uma pontuação média de 91,45% nas três áreas analisadas pelo estudo. A empresa paranaense tem a sustentabilidade como foco de sua gestão empresarial. Para 2009, estabeleceu como meta a verificação externa de todos os seus dados socioambientais para assegurar mais transparência e credibilidade às informações relatadas.Em 2008, a empresa promoveu workshops para avaliação de sua gestão e identificação de pontos prioritários para a melhoria de processos e práticas, cujos resultados foram amplamente comunicados pela diretoria aos funcionários. Mantém um Canal Fale Conosco por meio do qual responde prontamente os questionamentos que é cada vez mais utilizado. Realiza, anualmente, a Pesquisa de Clima Organizacional que permite à empresa avaliar desempenho corporativo e, no âmbito do Programa de Promoção da Diversidade, estabelece diálogos com grupos que demandam necessidades específicas. Os temas mais críticos apontados pela pesquisa da M&E são a inadequação da estrutura física e arquitetônica e a falta de materiais audiovisuais para deficientes.A empresa também disponibiliza um canal para diálogo com fornecedores em toda a área de concessão, por meio do qual, além de questões relativas, por exemplo, à gestão de contratos, também trata dos conceitos básicos da sustentabilidade. Os investidores e acionistas têm acesso às informações da empresa por meio do website, e-mails e uma central telefônica 0800, além de publicar informativos e relatórios encaminhados aos profissionais de mercado. A empresa adota um código de ética que se aplica ao conselho de administração, ao conselho fiscal, à diretoria e aos empregados.Petrobras: preocupação socioambientalA Petrobras foi a quarta colocada, com uma pontuação de 90,60%. A empresa declara que se compromete a estimular a comunicação aberta, constante e abrangente com todas as partes interessadas, pautando-se pela ética nos negócios, na liderança pelo exemplo, e na transparência nas relações com acionistas, empregados, comunidades e demais públicos de interesse.Transparência, segundo a empresa, é manter a opinião pública informada sobre qualquer ocorrência que ameace a segurança e a saúde da comunidade, ou que possa causar danos ao meio ambiente.Em 2008, por exemplo, a empresa investiu R$ 1,97 bilhão em preservação do meio ambiente, evitando a emissão de 680 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente. Até 2013, a meta é evitar 4,5 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa.O seu Balanço Social e Ambiental 2008, divulgado em junho, destaca o desenvolvimento de projetos que contribuem para a redução das desigualdades sociais e minimizam o impacto de sua atividade sobre o meio ambiente. No ano passado, a empresa realizou o Censo para a Diversidade Petrobras, do qual participaram 61,3% de seus mais de 51 mil empregados. Também promoveu mais de 500 reuniões e conference calls com investidores, participou de 40 conferências no exterior e realizou 20 visitas a investidores. Cerca de 80 mil pessoas estiveram em palestras promovidas pela empresa no Brasil e no exterior. A Petrobras mantém diálogo com clientes, por meio do Canal Cliente, uma área do site utilizada para pedidos, agendamento de retiradas, acompanhamento on-line do processo comercial, entre outros.Vale: diálogos com a comunidadeNa Vale, as decisões são pautadas pelo diálogo com os diferentes públicos: empregados, acionistas, investidores, clientes, fornecedores, setor público, sindicatos, Organizações Não-Governamentais (ONGs) e sociedade civil. Para uma mineradora, a relação com a comunidade e as ONGs é particularmente estratégica, já que a sua atividade envolve o uso de terras e recursos e a interferência da empresa, em determinada área, começa antes mesmo da implantação dos projetos.Em todo o mundo, atividades como a mineração necessitam da chamada “licença social” para operar. Além disso, a legislação ambiental prevê a realização de audiências públicas nas comunidades envolvidas. Em alguns países – como Moçambique, na África, onde a empresa realizou estudos de viabilidade para a exploração do carvão mineral – há, ainda, a necessidade de engajamento de líderes comunitários e a exigência de expressar-se nos dialetos e idiomas regionais. “Nos territórios onde operamos, existem canais e instrumentos de diálogo que têm por objetivos integrar, aproximar, promover o esclarecimento e o entendimento, e encaminhar questões levantadas pelas comunidades”, afirma o Relatório Anual da Vale. Os projetos de comunicação contínua entre a empresa e as comunidades estão agrupados no programa Vale Comunidade.As implicações da sustentabilidade do negócio são amplas e envolvem responsabilidade social e ambiental, além de um relacionamento estreito entre todos os parceiros. A Fundação Vale, por exemplo, desenvolve programas em parceria com ONGs, setores do poder público e sociedade civil, visando o desenvolvimento econômico, ambiental e social das localidades onde atua.A empresa busca reduzir o impacto de sua atividade sobre o meio ambiente. Em junho, anunciou um projeto de produção de biodiesel para abastecer suas operações e projetos na região Norte do Brasil, a partir de 2014, de acordo com sua assessoria de comunicação. Utilizará como matéria-prima o óleo de palma, produzido por um consórcio formado entre a Vale e Biopalma da Amazônia S.A. Este projeto está em linha com a estratégia da Vale de diversificar e otimizar sua matriz energética, por meio da maior utilização de carvão térmico, combustíveis renováveis e gás natural.A empresa possuiu um Comitê de Governança e Sustentabilidade, assessor do conselho de administração, que adotou um código de conduta ética formal que se aplica a todos os conselheiros, diretores e empregados.
Segue cobertura da revista Razão Contábil a respeito.
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26 de julho de 2009
Transparência, a chave da confiançaItaú Unibanco e Bradesco lideram ranking do estudo da Management & Excellence, seguidos por CPFL, Copel, Petrobras e Vale
POR CLAUDIA IZIQUE
A crise que se abateu sobre o mercado em setembro do ano passado deixou, além de algumas sequelas, uma certeza: a transparência é, definitivamente, a base da confiança e da competitividade das empresas. O ranking das 53 companhias brasileiras analisadas pelo estudo Transparência em Sustentabilidade nas Empresas do Ibovespa 2009, realizado pela consultoria Management & Excellence (M&E) e publicada por Razão Contábil, pelo terceiro ano consecutivo, são uma prova concreta dessa constatação. Para aproximar ainda mais o retrato obtido pelo estudo da realidade vivida pelas empresas, a M&E decidiu, neste ano, incluir critérios de transparência na divulgação de fatores de riscos financeiros. Dois bancos – Itaú Unibanco e Bradesco – ficaram com o primeiro lugar; no segundo e terceiro lugares estão duas distribuidoras de energia elétrica – CPFL e Copel, respectivamente; o quarto lugar ficou com a Petrobras; e o quinto, com a Vale.A classificação foi feita com base na análise de 117 critérios distribuídos em três áreas – responsabilidade social corporativa, governança corporativa e sustentabilidade –, baseando-se, principalmente, em indicadores do Global Reporting Initiative (GRI). Também foram consideradas as referências do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), Dow Jones, Global Compact, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre outros. As análises levaram em conta informações divulgadas por meio de websites, relatórios anuais de sustentabilidade e documentos sobre políticas para empregados, clientes, fornecedores, contribuições culturais, projetos para a comunidade, governança corporativa, dados sobre o mercado, desempenho financeiro, de gestão ambiental e informações relacionadas.A cada um dos critérios foram atribuídas pontuações em percentuais, num limite de 100%, de acordo com o nível de aderência da empresa aos quesitos analisados. A média do ranking geral foi de 69,89%. Os dois bancos que encabeçaram o ranking obtiveram, nas três áreas, um percentual médio de 98,29%. No estudo de 2008, o Bradesco e o Itaú – antes da fusão com o Unibanco – já tinham dividido o primeiro lugar, com um percentual médio de 99,36%. Itaú Unibanco e Bradesco também têm em comum o fato de terem ações listadas no ISE, da Bovespa, e no Dow Jones Sustainability World Index, da Bolsa de Nova York.Bradesco: controle e uniformidadeO Bradesco, com 40,6 milhões de clientes e R$ 454 bilhões em ativos em 2008, tem 65 anos de história. O banco abriu seu capital em 1946 e, desde então, tem como premissa de atuação a criação de valor para os diversos públicos, o investimento em tecnologia, a conduta ética e o respeito ao meio ambiente. O estudo da M&E identificou que o Bradesco “considera prioritário assegurar o controle, uniformidade e transparência na divulgação de todas as informações internas e externas, de modo completo, preciso, oportuno e compreensível”.No ano passado o banco reviu seu Código de Ética e criou Códigos de Ética Setoriais, com o objetivo de definir padrões de conduta para diversas áreas; e iniciou o Ciclo Bradesco de Diálogos com Stakeholders. As atividades de Responsabilidade Social e Ambiental foram, desde 2007, unificadas no Banco do Planeta, iniciativa que “visa criar novos produtos e serviços focados na sustentabilidade, além de fomentar uma relação de total harmonia com o meio ambiente entre funcionários, clientes, acionistas e fornecedores”, conforme explicou Lázaro de Mello Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, no Relatório Anual de 2008.A Fundação Bradesco, um dos maiores programas sócio-educacionais privados do País, é o principal pilar da ação social do Bradesco, superando, no ano passado, 518 mil atendimentos. “A sólida estrutura de controles internos que protege a Organização Bradesco em todas as suas áreas de atuação não nos torna imunes a turbulências do mercado, mas nos dá a necessária segurança de continuidade e de preservação, em sua essência, dos planos traçados para o futuro”, segundo o relatório.De acordo com o estudo, o Bradesco deixou de cumprir apenas dois critérios no conjunto de requisitos analisados: a existência de um mínimo de 20% de membros independentes na composição de seu conselho de administração; e não ter um profissional de relações públicas dentro da área de relações com investidores (RI). “Esse fator não ofusca, no entanto, o fato de que o Bradesco, desde suas origens, vem aperfeiçoando suas práticas de governança, buscando excelência da qualidade de gestão e a satisfação e estreito relacionamento com seus acionistas, investidores, clientes, fornecedores, funcionários, comunidades e demais stakeholders, com foco voltado para a sustentabilidade”, ressalvam os autores do estudo.Itaú Unibanco: controles internosO Itaú Unibanco, juntos desde o ano passado, é hoje o maior banco do Hemisfério Sul e um dos 20 maiores do mundo. São, ao todo, 57,7 milhões de clientes e 4,6 mil agências e postos bancários. Os dois bancos, fundidos, herdaram a tradição das instituições que lhes deram origem, alinhando-se às melhores práticas de governança corporativa e prestação de contas ao mercado. O próprio processo de fusão colocou os princípios da transparência em evidência: formalizada a aliança, os profissionais das duas instituições receberam, no mesmo dia, mensagens de seus respectivos presidentes e o banco manteve seus clientes informados, por meio de mala-direta, e-mail, informe em agências, sites ou por intermédio dos próprios gerentes.De acordo com o banco, a transparência na prestação de contas ao mercado apóia-se na adesão ao Nível I de governança corporativa da Bovespa e à lei americana Sarbanes-Oxley, que exige a adoção de uma série de procedimentos de controles internos e gestão de riscos. A política de divulgação inclui a publicação de resultados trimestrais e de informativos, além da realização de conferências, road shows e reuniões públicas e periódicas com analistas. O banco adota procedimentos para assegurar a conduta ética de seus colaboradores e parceiros, incluindo políticas de controles internos, de relação com investidores, de segurança da informação e de prevenção à lavagem de dinheiro, entre outras. Os colaboradores do conglomerado participam, periodicamente, de treinamentos sobre esses procedimentos e os princípios éticos a serem seguidos no dia-a-dia das operações. Em 2008, cerca de 40 mil colaboradores do Itaú Unibanco passaram por treinamentos sobre políticas e procedimentos anticorrupção.Dos 117 critérios avaliados no estudo, o Itaú Unibanco afirmou não realizar dois deles: o controle do impacto negativo de sua atividade sobre a biodiversidade e as atas das reuniões dos comitês do conselho administrativo. “É bem verdade que o Itaú Unibanco, ciente de que as instituições financeiras também geram impactos relacionados ao consumo de recursos naturais em suas operações rotineiras, está atento aos impactos ambientais de suas atividades, especialmente à geração de gases poluentes no transporte de pessoas e de valores, para os quais já possui práticas de mitigação; contudo, não estendeu, até o momento, tal atenção à questão da biodiversidade”, avalia o estudo. Quanto às atas das reuniões dos comitês, o estudo ressalva que apenas uma das 53 empresas avaliadas afirmou divulgá-las.CPFL Energia: rede éticaA CPFL, com uma pontuação média de 94,02% nos três fatores analisados pelo estudo, “adota práticas diferenciadas de governança corporativa, baseadas nos princípios de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa, alinhadas com as melhores práticas existentes no Brasil e exterior”, informa a empresa. Os papéis da companhia são listados no Novo Mercado da Bovespa e na Bolsa de Nova York.A empresa mantém vários canais de comunicação com os stakeholders, por meio do site – portais para clientes, fornecedores, o programa Ética em Rede, e o portal Sustentabilidade, entre outros – produz um jornal para fornecedores e mantém um contact center. O relacionamento com colaboradores também é estreito e inclui, entre outras ações, o Café com o Presidente. A empresa conta, ainda, com um canal para recebimento de reclamações e/ou denúncias relativas a informações financeiras, publica relatórios anuais de acordo com as diretrizes do GRI e faz a divulgação de demonstrações financeiras segundo padrões contábeis brasileiros e americanos.As práticas de governança também são reconhecidas internacionalmente. A International Finance Corporation (IFC), agência do Banco Mundial, concedeu à empresa o prêmio Client Leadership, o primeiro conquistado por uma companhia brasileira, como reconhecimento aos compromissos com a excelência na gestão, práticas diferenciadas de governança e sustentabilidade dos negócios. “Esses reconhecimentos destacam e fortalecem o posicionamento da CPFL Energia no mercado brasileiro, além de inspirar as futuras ações e iniciativas alinhadas a um plano de negócios consistente, orientado para a ampliação da presença da companhia no mercado brasileiro de energia elétrica”, afirmou Luiz Aníbal de Lima Fernandes, presidente do conselho de administração da empresa, no Relatório de Atividades de 2008.A empresa formou, ainda, a Rede Ética, constituída por um grupo de colaboradores indicados por gestores para formarem a “inteligência ética” da companhia e apoiar a gestão e sua implantação na empresa. De acordo com o estudo, a CPFL perdeu pontos por não divulgar as atas das reuniões de seu Comitê de Ética, apesar de possuir um portal na internet.Copel: clima e comunicaçãoA Copel recebeu uma pontuação média de 91,45% nas três áreas analisadas pelo estudo. A empresa paranaense tem a sustentabilidade como foco de sua gestão empresarial. Para 2009, estabeleceu como meta a verificação externa de todos os seus dados socioambientais para assegurar mais transparência e credibilidade às informações relatadas.Em 2008, a empresa promoveu workshops para avaliação de sua gestão e identificação de pontos prioritários para a melhoria de processos e práticas, cujos resultados foram amplamente comunicados pela diretoria aos funcionários. Mantém um Canal Fale Conosco por meio do qual responde prontamente os questionamentos que é cada vez mais utilizado. Realiza, anualmente, a Pesquisa de Clima Organizacional que permite à empresa avaliar desempenho corporativo e, no âmbito do Programa de Promoção da Diversidade, estabelece diálogos com grupos que demandam necessidades específicas. Os temas mais críticos apontados pela pesquisa da M&E são a inadequação da estrutura física e arquitetônica e a falta de materiais audiovisuais para deficientes.A empresa também disponibiliza um canal para diálogo com fornecedores em toda a área de concessão, por meio do qual, além de questões relativas, por exemplo, à gestão de contratos, também trata dos conceitos básicos da sustentabilidade. Os investidores e acionistas têm acesso às informações da empresa por meio do website, e-mails e uma central telefônica 0800, além de publicar informativos e relatórios encaminhados aos profissionais de mercado. A empresa adota um código de ética que se aplica ao conselho de administração, ao conselho fiscal, à diretoria e aos empregados.Petrobras: preocupação socioambientalA Petrobras foi a quarta colocada, com uma pontuação de 90,60%. A empresa declara que se compromete a estimular a comunicação aberta, constante e abrangente com todas as partes interessadas, pautando-se pela ética nos negócios, na liderança pelo exemplo, e na transparência nas relações com acionistas, empregados, comunidades e demais públicos de interesse.Transparência, segundo a empresa, é manter a opinião pública informada sobre qualquer ocorrência que ameace a segurança e a saúde da comunidade, ou que possa causar danos ao meio ambiente.Em 2008, por exemplo, a empresa investiu R$ 1,97 bilhão em preservação do meio ambiente, evitando a emissão de 680 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente. Até 2013, a meta é evitar 4,5 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa.O seu Balanço Social e Ambiental 2008, divulgado em junho, destaca o desenvolvimento de projetos que contribuem para a redução das desigualdades sociais e minimizam o impacto de sua atividade sobre o meio ambiente. No ano passado, a empresa realizou o Censo para a Diversidade Petrobras, do qual participaram 61,3% de seus mais de 51 mil empregados. Também promoveu mais de 500 reuniões e conference calls com investidores, participou de 40 conferências no exterior e realizou 20 visitas a investidores. Cerca de 80 mil pessoas estiveram em palestras promovidas pela empresa no Brasil e no exterior. A Petrobras mantém diálogo com clientes, por meio do Canal Cliente, uma área do site utilizada para pedidos, agendamento de retiradas, acompanhamento on-line do processo comercial, entre outros.Vale: diálogos com a comunidadeNa Vale, as decisões são pautadas pelo diálogo com os diferentes públicos: empregados, acionistas, investidores, clientes, fornecedores, setor público, sindicatos, Organizações Não-Governamentais (ONGs) e sociedade civil. Para uma mineradora, a relação com a comunidade e as ONGs é particularmente estratégica, já que a sua atividade envolve o uso de terras e recursos e a interferência da empresa, em determinada área, começa antes mesmo da implantação dos projetos.Em todo o mundo, atividades como a mineração necessitam da chamada “licença social” para operar. Além disso, a legislação ambiental prevê a realização de audiências públicas nas comunidades envolvidas. Em alguns países – como Moçambique, na África, onde a empresa realizou estudos de viabilidade para a exploração do carvão mineral – há, ainda, a necessidade de engajamento de líderes comunitários e a exigência de expressar-se nos dialetos e idiomas regionais. “Nos territórios onde operamos, existem canais e instrumentos de diálogo que têm por objetivos integrar, aproximar, promover o esclarecimento e o entendimento, e encaminhar questões levantadas pelas comunidades”, afirma o Relatório Anual da Vale. Os projetos de comunicação contínua entre a empresa e as comunidades estão agrupados no programa Vale Comunidade.As implicações da sustentabilidade do negócio são amplas e envolvem responsabilidade social e ambiental, além de um relacionamento estreito entre todos os parceiros. A Fundação Vale, por exemplo, desenvolve programas em parceria com ONGs, setores do poder público e sociedade civil, visando o desenvolvimento econômico, ambiental e social das localidades onde atua.A empresa busca reduzir o impacto de sua atividade sobre o meio ambiente. Em junho, anunciou um projeto de produção de biodiesel para abastecer suas operações e projetos na região Norte do Brasil, a partir de 2014, de acordo com sua assessoria de comunicação. Utilizará como matéria-prima o óleo de palma, produzido por um consórcio formado entre a Vale e Biopalma da Amazônia S.A. Este projeto está em linha com a estratégia da Vale de diversificar e otimizar sua matriz energética, por meio da maior utilização de carvão térmico, combustíveis renováveis e gás natural.A empresa possuiu um Comitê de Governança e Sustentabilidade, assessor do conselho de administração, que adotou um código de conduta ética formal que se aplica a todos os conselheiros, diretores e empregados.
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